Para o Brasil, a OCDE passou a ver um crescimento de 0,7% este ano depois de projetar estabilidade anteriormente, e também melhorou a perspectiva para 2018 de 0,1% para 1,6%.
Mas apesar do cenário global melhor, o crescimento ficará abaixo das taxas vistas antes da crise financeira de 2008-2009, destacou o secretário geral da OCDE, Angel Gurria.
“Tudo é relativo. O que eu não gostaria que fizéssemos é comemorar o fato de que de que estamos passando de muito ruim para fraco”, disse Gurria em entrevista. “Não significa que temos que nos acostumar com isso ou viver com isso. Temos que continuar nos empenhando para fazer melhor”, acrescentou.
Embora a recuperação do comércio e dos fluxos de investimento sustente a melhora do cenário econômico, Gurria disse que barreiras na forma de protecionismo e regulações precisam ser suspensas para garantir uma expansão mais forte.
Entretanto, a melhora não será suficiente para satisfazer as expectativas das pessoas de melhores padrões de vida e para reduzir a desigualdade de renda, disse o secretário.
Fonte: Veja /Reuters



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