MESA DIRETORA DA ALMT
Aprovação do RGA reflete firmeza e comprometimento da Mesa Diretora, diz Botelho
Também o primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, Max Russi, comemorou a aprovação do RGA, lembrando a luta dos servidores para que fossem contemplados por essa lei.
Política
A aprovação do RGA Projeto de Lei 814/2022, decorre de comprometimento da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa com os servidores estaduais, afirmou o presidente da Casa de Leis, deputado Eduardo Botelho (União Brasil). Ele explica que a aprovação desse projeto é resultado do empenho parlamentar em prol das garantias inerentes ao funcionalismo público.
“Houve toda uma Força-Tarefa nessa sentido. A Mesa Diretora tem mantido essa sintonia de entendimento com os demais membros do Parlamento, sem distorções na análise do merecimento. Há coro positivo quando se trata de lutar pelos servidores estaduais, que representam valioso patrimônio público. Nada mais justo, portanto, que tenham seus direitos – também no quesito salarial – plenamente assegurados. A aprovação do RGA garante isso”.
LEI ORÇAMENTÁRIA/RGA
O Projeto de Lei 814/2022 estima a despesa do Estado para o exercício de 2023. O PLOA/2023 prevê receita líquida de R$ 30,815 bilhões. Trata-se de valor 15,91% maior, em relação ao exercício de 2022 (R$ 26,585 milhões).

Foto por Mayke Toscano – Secom-MT
Também o primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, Max Russi (PSB), comemorou a aprovação do RGA, lembrando a luta dos servidores para que fossem contemplados por essa lei.
“O trabalho da Mesa Diretora foi fundamental para que os servidores tivessem o RGA incorporado oficialmente aos seus proventos. É um benefício importante, acoplado aos salários que a atual gestão do Executivo tem quitado em dia. Isso não acontecia regularmente em gestões anteriores, sabemos”.
Política
Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT
O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.
A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.
A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.
Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.
A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.
A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.
O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.
Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.
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