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CDL tem expectativa de 5% no aumento das vendas para Páscoa

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Da Redação 

A Pascoa ainda não chegou oficialmente, mas a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL Cuiabá) está apostando em um balanço positivo para a Páscoa no ano de 2020, comemorada no dia 12 de abril. Para a entidade, conforme análise de mercado, para este ano, a expectativa é de um incremento em torno de 5% nas vendas em relação a 2019.

Graças a leve retomada econômica e o estímulo ao consumo que vem crescendo gradativamente nos últimos meses.

“A economia começa a andar e a confiança do consumidor tem aumentado. Por isso acreditamos em um aumento nas vendas se comparando com o ano passado”, comentou o superintendente da CDL Cuiabá, Fábio Granja.

O feriado é considerado como uma das melhores datas para o varejo. Para Granja, o setor supermercadista é o primeiro a sentir a recuperação da economia neste período. “Já é possível se perceber que os ovos de chocolate começam a ganhar espaço nos supermercados, padarias e conveniências. Em algumas lojas o produto já está nas prateleiras desde meados de janeiro e deve ficar ainda mais evidente no decorrer das próximas semanas, com a proximidade da data”, afirmou ele.

Ele acredita ainda que outros produtos como peixes, alimento tradicional nesta época do ano também ganha destaque neste período e tem suas vendas elevadas.
De acordo com o CDL, outro setor que deve ficar mais movimentado neste período é o do turismo, por conta do feriado prolongado.

 

Contratações temporárias

A indústria brasileira de chocolates divulgou uma nota informando que já gerou 14 mil vagas temporárias diretas e indiretas para atender ao período de Páscoa 2020, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Chocolate, Amendoim e Balas (Abicab). As empresas iniciam o planejamento para a data com cerca de 18 meses de antecedência e começam a contratar já em setembro do ano anterior.

“São oportunidades voltadas para a indústria, principalmente na fabricação de chocolates e para promotores em supermercados, além de pontos de vendas”, afirma o superintendente da CDL Cuiabá.

 

Foto: Divulgação 

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Durigan defende que Brasil deve ampliar comércio exterior

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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu nesta segunda-feira (17) a estratégia de abertura do comércio de produtos brasileiros para outros países. 

Segundo ele, outros governos e investidores olham para o Brasil com confiança. “Em um mundo de incertezas, temos de construir o Brasil como um porto seguro, temos de projetar segurança e previsibilidade”, disse ao participar de evento na capital paulista.

Para Durigan, essa abertura deve ser baseada em negociações e não de dependência de um parceiro exclusivo, na Ásia ou na América do Norte, por exemplo.

“[O Brasil] vai fazer o debate sabendo de suas fraquezas e fortalezas”, apontou.

A fala do ministro ocorre no momento de tensão entre Brasil e Estados Unidos. Na semana passada, o governo federal anunciou a abertura formal do processo para avaliar se a imposição unilateral de tarifas por parte dos Estados Unidos (EUA) contra exportações brasileiras será respondida com base na Lei da Reciprocidade Econômica

Aprovada no ano passado, justamente em reação ao primeiro tarifaço do governo de Donald Trump, a Lei nº 15.122 estabelece critérios para suspensão de concessões comerciais em resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que impacte negativamente a competitividade econômica do Brasil.

Medidas fiscais

Durigan também argumentou sobre a adoção de medidas, como bloqueio de orçamento e limite de gastos obrigatórios, para que o país mantenha a estabilidade fiscal. 

“Precisamos manter uma trajetória fiscal, sem desestabilizar”, disse.

Sobre a reforma tributária, o ministro reconhece que pode amedrontar, por impor muitas mudanças. Porém, Durigan acredita que 2027 será um importante ano para a transição, e que, ao final, resultará em um sistema melhor, a médio e longo prazo, para o país. 

A questão dos juros também foi abordada. Durigan afirmou que não há condições de discutir crédito no país sem “juros civilizados”, por, conforme o ministro, serem a “milha final” dos ajustes de médio prazo necessários para o desenvolvimento do país.



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