"Oportunidade"

Sine Cuiabá disponibiliza 500 vagas de emprego

Para se candidatar a uma dessas vagas, o interessado deve atualizar o cadastro nos postos do Sine e nos canais digitais.

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Economia

Nesta segunda-feira (8), o Sistema Nacional de Emprego (SINE) de Cuiabá, oferece 500 vagas de emprego na capital. Os salários variam de R$ 1.100 a R$ 4.086.

Entre as oportunidades estão: Ajudante de obras (R$ 1.316,00 + benefícios); Analista de marketing (R$ 2.000 + benefícios); Motorista de ônibus rodoviário – vaga temporária de 90 dias (R$ 2.262,00 + benefícios); Motorista carreteiro ($ 4.086,00 + benefícios), dentre outras.

Para se candidatar a uma dessas vagas, o interessado deve atualizar o cadastro nos postos do Sine e nos canais digitais. E para consultar vagas de emprego deve acessar o Portal Emprega Brasil ou pelo aplicativo Sine Fácil.

Para consulta de vagas e pedidos de seguro desemprego:
• Posto do Sine no Shopping Popular (das 09 às 17 horas) – Tel e WhatsApp: (65) 3664-1503/ 99251-7480
• Sine Coxipó (07 às 17 horas) – Tel e WhatsApp: (65) 3675-3113/ 99337-2799
• Sine da Gente (Sine Móvel) – cada semana em um bairro diferente de Cuiabá.

Atendimento exclusivo para empresas:
• Telefone: 3645-7216/3645-7237/
• Whatsapp: 99255-2450
• E-mail: sine.pmc@cuiaba.mt.gov.br

 

Foto: SINE

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IBGE disponibiliza a partir de amanhã mapas-múndi inéditos

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) irá liberar, a partir de amanhã (7), Dia da Independência do Brasil, no site de sua loja, o acesso aos mapas-múndi do Brasil lançados de 2024 a 2026. A versão mais recente foi aprovada globalmente, na última sexta-feira (4), na Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU).

A reunião é a oportunidade para que chefes de Estado e governo dos Estados-membros debatam tópicos mundiais e proponham deliberações que, embora não tenham força de lei, são dotadas de relevante carga política. No caso dos mapas-múndi, a votação foi encerrada com 164 países favoráveis à mudança e utilização da projeção Equal Earth, que se aproxima dos mapas disseminados pelo IBGE.

O único voto contrário foi dos Estados Unidos. Seis abstenções foram registradas. 

Embora somente agora a pauta tenha ganhado destaque na assembleia, a reivindicação por uma representação mais fidedigna à realidade, com proporções corretas, é antiga. A fundamentação da proposta aprovada é resultado de um esforço da União Africana (UA), algo coerente, já que o continente africano é, desde o século 16, diminuído nos mapas-múndi adotados, assim como é a América do Sul. 

Como referência daquela época até a atualidade, é usado um feito pelo cartógrafo Gerardus Mercator, para navegação e que espelha a percepção dos colonizadores. Regiões como a América do Norte e a Groenlândia nele aparecem ampliadas, sem corresponder às dimensões que têm concretamente.

“A adoção da projeção Equal Earth pela ONU reforça a posição da Diretoria de Geociências do IBGE de acompanhar de forma contínua as inovações cartográficas e de adotar representações do mundo que dialoguem com demandas sociais por mais equilíbrio e justiça na forma de mapear o nosso planeta”, argumenta Maria do Carmo Bueno, Diretora de Geociências do IBGE.




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