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UFMT divulga edital de concurso público para nível médio e superior

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Da Redação

Foi publicado nesta quinta-feira (28) no Diário Oficial da União (DOU) o edital para a realização de concurso público na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) para o provimento de 29 vagas nos Campus de Cuiabá e do Interior. As inscrições têm início em 16 de março de 2020 e a realização das provas acontece em 17 de maio.
No Câmpus de Cuiabá, as vagas são destinadas, no nível E, aos cargos de engenheiro/área: química (1); historiador (1); jornalista (2, sendo uma em ampla concorrência e uma vaga reservada para negro); e químico (1). No nível D, há vagas para assistente em administração (cinco em ampla concorrência, duas para Pessoas com Deficiência (PCD) e quatro vagas reservadas para negros); técnico em contabilidade (1); técnico em telecomunicações (1); e operador de câmera de cinema e TV (1). Para o nível C, há uma vaga de assistente de tecnologia da informação.
No Câmpus de Várzea Grande, os cargos, para o nível D, são para assistente em administração (1 em ampla concorrência e uma vaga reservada para negros); e técnico de tecnologia da informação (1). Já no Campus do Araguaia há uma vaga no nível E para assistente social e uma, nível D, para técnico em telecomunicações. O Campus de Sinop contará com vagas no nível D para assistente em administração (1); técnico em anatomia e necroscopia (1); técnico de laboratório – química (1); e técnico em enfermagem (1).
O período de inscrições pagas (sem isenção do pagamento da taxa de inscrição) será das 8h do dia 16 de março até às 23h59 do dia 12 de abril de 2020. Será cobrada taxa de inscrição de R$ 110 para cargos de nível superior (Classe E), de R$ 90 para cargos de nível médio (Classe D), e de R$ 70 para os cargos de nível fundamental (Classe C). A solicitação de isenção do pagamento da taxa será das 8h do dia 16 de março até às 23h59 do dia 18 de março, somente via internet, pelo endereço eletrônico www.ufmt.br/concursos.
A divulgação da relação definitiva de candidatos inscritos será realizada em 28 de abril e a dos locais de realização das provas em 30 de abril de 2020. As provas objetivas serão realizadas no dia 17 de maio. A publicação do resultado final será no dia 25 de junho de 2020. Todas as publicações serão disponibilizadas no endereço eletrônico www.ufmt.br/concursos.

Fonte: UFMT

Foto: Mateus Hidalgo

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Trocado na véspera, Maluf rompe silêncio e diz que Wellington “descartou” compromisso firmado

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O empresário Marcelo Maluf (Novo) decidiu se manifestar nesta sexta-feira (7) após ser retirado da chapa encabeçada pelo senador Wellington Fagundes (PL) ao Governo de Mato Grosso. Em nota enviada à imprensa, ele criticou duramente a condução da mudança e afirmou que sua indicação para a vice havia sido formalizada após uma construção política que envolveu os partidos aliados.

Maluf afirmou que foi comunicado pelo próprio Wellington de que outro nome seria escolhido para a vaga. A decisão foi tomada na noite de quinta-feira (6), quando o PL definiu o médico Alencar Farina como novo candidato a vice-governador.

Para o empresário, a alteração não representa apenas uma mudança na composição eleitoral, mas uma quebra de compromisso.

“Não se trata apenas de uma mudança de candidatura. Trata-se da forma como a política é conduzida.”

Segundo Maluf, sua participação na chapa não nasceu de uma negociação informal. Ele afirmou que aceitou o convite depois de uma decisão política que, inclusive, foi levada à convenção partidária.

“Foi uma escolha política apresentada, construída e formalizada dentro do processo partidário, inclusive com a realização da convenção.”

A partir da definição, afirmou o empresário, pessoas foram mobilizadas e uma estrutura de campanha começou a ser organizada.

“Fiz isso de boa-fé, acreditando na palavra empenhada e na seriedade de uma decisão tomada por quem pretende governar Mato Grosso.”

A manifestação ocorre apenas dois dias depois de Maluf confirmar publicamente sua indicação para a vice. Durante a convenção do Novo, na quarta-feira (5), ele chegou a descartar a possibilidade de uma nova mudança.

“Martelo batido, prego batido e ponta virada”, disse na ocasião.

Na mesma oportunidade, Maluf confirmou a aliança entre Novo, PL e MDB e afirmou que as siglas haviam chegado a um consenso para caminhar juntas nas eleições.

A escolha de Farina representa uma mudança de última hora na chapa de Wellington, depois de semanas de negociações envolvendo a vaga de vice. Antes de ser indicado, Maluf havia desistido de uma pré-candidatura própria ao Governo pelo Novo para contribuir com a composição liderada pelo senador.

Na nota desta sexta-feira, Maluf ampliou as críticas e afirmou que quem pretende comandar o Estado precisa demonstrar capacidade de cumprir compromissos políticos.

“Quem pretende governar um Estado precisa, antes de tudo, demonstrar que sua palavra tem valor. Precisa respeitar compromissos, aliados e pessoas que aceitaram caminhar ao seu lado.”

O empresário também afirmou que não pretende naturalizar o episódio como parte da disputa eleitoral.

“Não faço política dessa maneira e não aceitarei naturalizar esse tipo de comportamento.”

Ao concluir, Maluf disse que deixa a situação com a consciência tranquila e atribuiu a responsabilidade pela decisão aos responsáveis pela mudança.

“Saio deste episódio com a consciência tranquila. Cumpri rigorosamente aquilo que assumi. Outros terão de responder pelas escolhas que fizeram e pela maneira como decidiram fazê-las.”

Nota na íntegra:

Política se faz com responsabilidade, compromisso, seriedade e, sobretudo, palavra. Infelizmente, o senador Wellington Fagundes e o Partido Liberal de Mato Grosso demonstraram enorme dificuldade em compreender o significado desses princípios – o que só contribui para apodrecer a boa política.

Aceitei o convite para integrar, como candidato a vice-governador, a chapa liderada pelo senador Wellington Fagundes. A decisão não foi fruto de uma conversa informal ou de uma possibilidade lançada ao acaso. Foi uma escolha política apresentada, construída e formalizada dentro do processo partidário, inclusive com a realização da convenção.

A partir dessa decisão, compromissos foram assumidos, pessoas foram mobilizadas, estratégias foram definidas e todo um projeto de campanha começou a ser estruturado. Fiz isso de boa-fé, acreditando na palavra empenhada e na seriedade de uma decisão tomada por quem pretende governar Mato Grosso.

Hoje fui comunicado pelo senador Wellington Fagundes de que outro nome será indicado para ocupar a vaga de vice.

Não se trata apenas de uma mudança de candidatura. Trata-se da forma como a política é conduzida.

Quem pretende governar um Estado precisa, antes de tudo, demonstrar que sua palavra tem valor. Precisa respeitar compromissos, aliados e pessoas que aceitaram caminhar ao seu lado. Não é possível pedir confiança a mais de três milhões de mato-grossenses quando não se consegue honrar compromissos assumidos dentro da própria casa.

O que ocorreu comigo representa uma falta de respeito não apenas pessoal, mas política. Um projeto foi prejudicado, pessoas que acreditaram nele foram desconsideradas e compromissos formalmente construídos foram simplesmente descartados.

Não faço política dessa maneira e não aceitarei naturalizar esse tipo de comportamento.

Mato Grosso merece uma política feita com seriedade, previsibilidade e respeito. Quem muda compromissos conforme as conveniências do momento precisa explicar à sociedade por que sua palavra de hoje deverá merecer confiança amanhã.

Saio deste episódio com a consciência tranquila. Cumpri rigorosamente aquilo que assumi. Outros terão de responder pelas escolhas que fizeram e pela maneira como decidiram fazê-las.

Marcelo Maluf



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