Política
Conferência debate melhorias na Educação municipal de Várzea Grande
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Da Redação
Representantes das escolas da rede pública municipal participaram da Conferência Municipal de Educação, realizada nos dias 24 e 25 de maio, que discutiram as Minutas de Normativas que regulamentarão a oferta da Educação Básica em instituições públicas, privadas e filantrópicas para a Educação Infantil de Várzea Grande.
A conferência promovida pelo Conselho Municipal de Educação, realizada no Anexo I da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer teve o objetivo específico de debater, divulgar, socializar, esclarecer e receber contribuições para a elaboração do documento que visa democratizar, dar transparência e assegurar a participação efetiva dos profissionais da Educação Básica do município e socializar os projetos que estão em andamento na Rede Educacional a exemplo do Escola em Tempo Ampliado-ETA, entre tantos outros que são desenvolvidos em cada unidade escolar na melhoria do aprendizado.
Com o tema: “A Escola em nossas mãos: Aprendizagem em Rede” os trabalhos da Conferência foram organizados pela comissão composta por conselheiros e membros da Coordenadoria Executiva do Conselho Municipal de Educação – CME e profissionais da Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer – SMECEL. Durante os dois dias os participantes debateram sobre as demandas nas várias etapas e modalidades da educação como Educação Infantil, de Ensino Fundamental, Ciclo de Alfabetização – Cidadã, Educação de Jovens e Adultos, Educação do Campo e outros temas como Regimento Escolar, Roteiro de elaboração de Projeto Político Pedagógico, Educação Especial, entre outros.
Para a presidente do Conselho Municipal de Educação, Maria José Pereira de Oliveira, a realização da conferência é o momento da abertura de um espaço democrático, articulado com a Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, para que os profissionais pudessem participar, discutir, debater e contribuir para a construção das normativas que irão nortear o Sistema Municipal de Ensino de Várzea Grande. “A conferência permitiu uma profunda reflexão sobre o papel dos órgãos de educação e de renovarmos o compromisso comum em assegurar e garantir o direito ao aprendizado de todas as crianças de nosso município”, pontuou.
O secretário Silvio Fidelis ressaltou que a Prefeitura não mede esforços para fortalecer os conselhos municipais, citando que além do Conselho Municipal de Educação, a Secretaria conta com os conselhos de Cultura, de Alimentação Escolar, Conselho da Igualdade Racial e a criação do Conselho do Esporte e as Comissões do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) e de Transportes. “Estamos em um processo de construção de uma Educação para atender mais e melhor o nossos mais de 25 mil alunos. Se este ano tivemos um acréscimo de 1.500 alunos, no próximo ano teremos de 3 a 5 mil novos alunos se todas as novas 16 unidades estivem prontas”, concluiu.
Política
Comissão debate políticas públicas para pessoas com altas habilidades e superdotação
A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados debate, nesta terça-feira (26), políticas públicas voltadas às pessoas com altas habilidades e superdotação. O debate será às 16 horas, em plenário a ser definido.
A audiência pública atende a pedido da deputada Nely Aquino (Pode-MG). Segundo a parlamentar, estudantes com altas habilidades e superdotação integram o público da educação especial no Brasil, mas ainda são pouco identificados no sistema educacional.
Ela afirma que os dados do Censo Escolar da Educação Básica mostram um número reduzido de estudantes identificados com altas habilidades e superdotação em relação ao total de matrículas, o que evidencia dificuldades nos processos de identificação, registro e acompanhamento desses alunos.
Nely Aquino destaca que muitos estudantes, especialmente os que apresentam dupla excepcionalidade ou não se enquadram no perfil acadêmico tradicional, ainda enfrentam dificuldades para que suas necessidades educacionais sejam atendidas.
“Embora a legislação brasileira assegure o direito ao atendimento educacional especializado, observa-se que sua implementação ainda ocorre de forma desigual e, por vezes, insuficiente, o que compromete o pleno desenvolvimento das potencialidades desses estudantes e sua efetiva inclusão educacional”, afirma a parlamentar.
Da Redação – RL
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