SANEAMENTO BÁSICO

“Para quem duvidava, a Cuiabá dos sonhos está a um passo”, diz Emanuel

Mais de 1,5 mil pessoas serão beneficiadas com a nova infraestrutura

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Foto: Luiz Alves - Secom Cuiabá

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, reafirmou seu compromisso de universalização do sistema de abastecimento de água potável ao entregar, no sábado (21), obra no distrito do Sucuri, empreendimento orçado em R$ 1 milhão de reais. Conforme o gestor, é mais um passo que sua gestão consolida para resolver uma das demandas que encontrou ao assumir o Palácio Alencastro.

“Por etapas, com muita firmeza, estamos eliminando as deficiências do abastecimento de água em Cuiabá. O que antes, lá atrás, parecia utopia, agora já estampa visualização prática, beneficiando expressiva camada de nossa população”.

Perto do Centro de Cuiabá, mas com aquele ar bucólico de vida fora do agito de uma grande cidade, o Sucuri é lugar de sossego e de gente simples e hospitaleira. O dia a dia da pacata comunidade, que era bairro e virou distrito há cerca de 10 anos, agora tem uma novidade ditada pelo saneamento. A comunidade passa a estar conectada ao Sistema de Abastecimento de Água (SAA) Ribeirão do Lipa, um dos quatro sistemas que formam a rede pública de fornecimento de água tratada da capital. 

A água captada no Rio Cuiabá, tratada na Estação Ribeirão do Lipa, agora chegará até os moradores do Sucuri por meio de uma adutora, instalada pela Águas Cuiabá, concessionária dos serviços de água e esgoto. Somada às redes que interligam as casas da localidade, são quase 6 quilômetros de tubulações implantadas. Mais de 1,5 mil pessoas serão beneficiadas com a nova infraestrutura, num investimento de R$ 1 milhão.

Conforme aponta a concessionária, o projeto também contempla a instalação de um booster, equipamento automatizado de pressurização de água. Isso significa mais eficiência na distribuição às unidades consumidoras conectadas à rede. Ao todo, 90 novas ligações de água já foram efetuadas. Saem de cena três poços tubulares, uma estação de tratamento de água e dois reservatórios antigos, de pequeno porte. Entra em operação um sistema moderno de abastecimento, aos moldes dos bairros da área urbana de Cuiabá. É o Sucuri, lugar de grande valor histórico, ainda mais conectado à capital, por meio do saneamento.

Para além do serviço efetivamente entregue, o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, ressalta o valor social da nova obra executada no arrojado plano de investimentos do saneamento, que projeta a capital mato-grossense na dianteira do setor no Brasil. “Nossa gestão olha para cada cuiabano, cuiabana, sem distinções, sem considerar bairro X ou Y, classe social, se é ‘tchapa e cruz’ ou ‘pau rodado’. Cuiabá acolhe os que vivem nela com trabalho e cuidado. O novo sistema de abastecimento, que leva água tratada e de qualidade ao cidadão do Sucuri é mais uma mostra disso”, declara o prefeito.

Para o diretor geral da Águas Cuiabá, William Figueiredo, todo o sistema implantado significa uma “virada de chave” no atendimento aos moradores da localidade. “Para quem mora na cidade, abrir a torneira e ter água jorrando caudalosa, regularmente, é algo cada vez mais comum, corriqueiro. Há quem nem se aperceba disso. A Águas Cuiabá está entregando exatamente isso ao morador do Sucuri: comodidade, tranquilidade e qualidade”.

O subprefeito do Distrito do Sucuri, Walter Arruda, enfatiza que, ao assumir a função, recebeu do prefeito Emanuel Pinheiro a missão de cuidar da comunidade como se estivesse cuidando da própria família. Nesse sentido, também reforçou que muitas ações têm sido desenvolvidas no local, sempre contando com o aval e o apoio do chefe do Executivo e do vice-prefeito José Roberto Stopa. 

“Outras lutas virão e estaremos juntos novamente, pois o mais importante é cuidar da população. Um gestor moderno e sensível com as causas da população olha a cidade sem distinção de região. Esse gestor deve sempre estar perto das comunidades para que acerte na solução das demandas delas. As impressões digitais da gestão Emanuel Pinheiro estão em todos os cantos da cidade, inclusive no Sucuri”, disse o subprefeito. 

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Nova lei oferece R$ 15 bi em crédito para empresas afetadas por tarifaço

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Empresas exportadoras e de setores industriais relevantes para o comércio exterior poderão ter acesso a linhas de financiamento para enfrentar os impactos de instabilidades internacionais, inclusive do aumento de tarifas comerciais. A medida está prevista na Lei 15.473, de 2026, sancionada pela Presidência da República e publicada na quarta-feira (22) no Diário Oficial da União.

A norma integra o Plano Brasil Soberano e é resultado da conversão da Medida Provisória (MP) 1.345/2026, cujo texto foi aprovado pelo Senado na forma do Projeto de Lei de Conversão (PLV) 7/2026. A medida dá continuidade às ações adotadas desde 2025 para enfrentar os impactos do aumento de tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.

A lei autoriza a utilização de até R$ 15 bilhões para as linhas de financiamento e permite ampliar esse limite em até R$ 13,5 bilhões. A ampliação considera recursos que já haviam sido transferidos durante a vigência da MP 1.345/2026 e que poderão retornar à União, provenientes das fontes usadas para financiar as medidas. Com isso, o limite autorizado poderá chegar a R$ 28,5 bilhões.

Os recursos poderão atender empresas exportadoras de bens industriais e seus fornecedores; de produtos da agricultura, da pecuária, das florestas plantadas, da pesca e da aquicultura; de recursos minerais e seus produtos; além de empresas que atuem em setores industriais relevantes para o comércio exterior. Cooperativas, associações e outras formas associativas ou coletivas legalmente constituídas também poderão ter acesso ao financiamento, desde que atendam aos critérios de elegibilidade que ainda serão definidos em ato conjunto dos ministériosda Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

As linhas de crédito poderão ser usadas para capital de giro, aquisição de máquinas e equipamentos e investimentos para adaptar, ampliar ou modernizar a atividade produtiva. Também poderão financiar inovação tecnológica e adaptações de produtos, serviços e processos para atender a exigências do comércio internacional, como requisitos sanitários, fitossanitários, ambientais, de rastreabilidade e de conformidade.

O dinheiro para financiar as empresas poderá vir do superávit (excedente) financeiro do Fundo de Garantia à Exportação, apurado em 31 de dezembro de 2025, do superávit financeiro de fontes supervisionadas por unidades do Ministério da Fazenda, também apurado nessa data, e de outras fontes orçamentárias.

Os recursos serão repassados ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ou a instituições financeiras habilitadas pelo banco, que assumirão os riscos das operações e oferecerão o financiamento às empresas elegíveis. A lei também altera regras do sistema de apoio oficial ao crédito à exportação e prevê a cobertura, pelo sistema de seguro de crédito à exportação, de operações de crédito direto a micros, pequenas e médias empresas exportadoras.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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