RIOS DE MT

Corpo de Bombeiros alerta sobre riscos de afogamento,

Chegada do período intenso de estiagem, os rios, lagos e cachoeiras são os locais mais procurados pela população para se refrescar, aumentando os riscos de acidentes

Publicado em

Polícia

Foto por: Christiano Antonucci

Equipes do Agrupamento de Mergulho autônomo do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBM-MT) estarão percorrendo, a partir deste domingo (15.08), os principais rios, lagos e cachoeiras da baixada cuiabana para prevenir os banhistas sobre pontos com alto risco de afogamento e que devem ser evitados.

O objetivo é levar informações para conscientizar à população e prevenir tragédias. Conforme o relatório de atendimento de registro dos casos de afogamento, nos últimos dois anos e meio, 288 de pessoas morreram afogadas em rios de Mato Grosso. Em 2019, foram registrados 107 casos e em 2020 o número saltou para 113 óbitos. Somente no primeiro semestre de 2021, 68 pessoas morreram afogadas.

Segundo o comandante da unidade Regional I do Bombeiro Militar, tenente coronel João Paulo Nunes Queiroz, com a chegada do período intenso de estiagem, o número de pessoas nos locais de banho deve aumentar, elevando a probabilidade dos riscos de acidentes, pois muitos banhistas ainda insistem entrar em locais impróprios.

Um dos lugares considerado inapropriado para o banho, de acordo com o mapeamento realizado pelo Grupo de Mergulho, é o Rio Cuiabá.  Segundo os bombeiros, o local apresenta águas turvas, corredeiras em excesso, além de bastante rebojo, um risco eminente de afogamento.

Recomendações

– Banhistas devem procurar fazer uso de rios menores, com águas calmas e transparentes;
– Não ingerir bebidas alcoólicas antes e durante o banho;
– Pais ou responsáveis devem ficar atentos e perto das crianças; o uso de coletes e boias flutuantes é indispensável, aumenta a segurança;
– Entre em rios com água que possuem profundidade abaixo da linha da cintura. 

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Polícia

Chico Guarnieri é o 5º candidato mais multado do país por desmatamento

Publicados

em


O deputado estadual Chico Guarnieri (PSDB), que busca a reeleição este ano, aparece como o quinto candidato mais multado do Brasil por infrações ambientais desde 2023, segundo levantamento realizado pela Agência Tatu em parceria com o Intercept Brasil. A pesquisa identificou 49 candidatos de 15 partidos que, juntos, acumulam R$ 15,5 milhões em multas aplicadas pelo Ibama.

De acordo com o levantamento, Guarnieri recebeu uma autuação de R$ 970 mil por suposto desmatamento de 194 hectares sem autorização em uma propriedade localizada em Barra do Bugres, na região Médio-Norte de Mato Grosso. A área está inserida no bioma Amazônia.

Com o valor, o parlamentar tucano ocupa a quinta posição no ranking nacional de candidatos com maiores autuações ambientais. O levantamento também aponta que o PL concentra o maior número de nomes na lista: 13 candidatos do partido somam aproximadamente R$ 6 milhões em multas ambientais nos últimos três anos.

Defesa contesta autuação

A defesa de Chico Guarnieri, no entanto, questiona administrativamente a autuação do Ibama e contesta a dimensão da área apontada pelo órgão ambiental.

Segundo os advogados, durante a fiscalização teriam sido identificados apenas cerca de nove hectares dentro de área de preservação, número significativamente inferior aos 194 hectares considerados na autuação.

A defesa também sustenta que, posteriormente, a propriedade teve o Cadastro Ambiental Rural (CAR) validado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), sem registro de passivo ambiental.

O episódio ganha peso político em meio à campanha eleitoral de 2026. Guarnieri tenta renovar o mandato na Assembleia Legislativa e, no início desta semana, ganhou um importante aceno político ao receber o apoio público do senador Flávio Bolsonaro, durante visita do presidenciável a Campo Novo do Parecis.

A situação, portanto, coloca o candidato tucano em uma posição de atenção justamente em um momento de disputa eleitoral, ao mesmo tempo em que sua defesa busca reverter administrativamente a penalidade aplicada pelo órgão ambiental.

Até o momento, trata-se de uma autuação administrativa contestada pela defesa, e não de uma condenação definitiva por crime ambiental.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA