LUTO OFICIAL

Kalil Baracat lamenta morte do ex-vice-prefeito Benedito Marques de Assunção

Benedito Marques de Assunção faz parte da história de Várzea Grande. Foi vice-prefeito na gestão da professora Sarita Baracat, nos anos de 1967 a 1970

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Política

Secom VG

O prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat, lamenta com profundo pesar a morte do senhor Benedito Marques de Assunção, 94 anos, na noite desta quinta-feira (29.07), e decreta Luto Oficial de três dias. No dia 20 de julho, ele sofreu um AVC, foi hospitalizado e ontem, após uma parada cardiorrespiratória, não resistiu. 

Benedito Marques de Assunção faz parte da história de Várzea Grande, onde ocupou o cargo de vice-prefeito da cidade na gestão da avó de Kalil, a professora Sarita Baracat, nos anos de 1967 a 1970, pela Aliança Renovadora Nacional (Arena) e juntos marcaram a trajetória do município, com grandes feitos como a construção do Paço Municipal, abertura das avenidas Castelo Branco e Filinto Muller, elevação do índice de alfabetização, entre outras realizações que imprimiram a marca de cidade próspera e industrial ao segundo maior município de Mato Grosso.

Benedito também exerceu por oito anos mandato de vereador na cidade, contribuindo intensamente para o avanço social e viveu com lucidez até seus últimos dias, compartilhando sabedoria com seus familiares e amigos. Em fevereiro, ele recebeu a vacina contra o novo coronavírus, comemorando a vida e dando exemplo de esperança. 

Viúvo da senhora Alcina, o senhor Benedito deixa dois filhos, Benalci e Alcibene, quatro netos e seis bisnetos. 

O prefeito Kalil Baracat e a primeira-dama Kika Dorilêo Baracat manifestam carinho e solidariedade à família e ao amigo Edvan Assunção, neto do senhor Benedito e se unem em oração, com a certeza de que o seu exemplo de integridade e generosidade será seguido por todos que tiveram o privilégio de conviver com este homem admirável.

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Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT

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O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.

A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.

A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.

Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.

A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.

A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.

O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.

Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.



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