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MT encerra 2ª etapa de vacinação contra febre aftosa já na próxima semana

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Da Redação

segunda etapa de vacinação do gado contra a febre aftosa termina no próximo dia 30 na maior parte do Estado de Mato Grosso, alerta a Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat). Cerca de 14 milhões de bovinos e bubalinos de até 24 meses de idade devem ser vacinados durante esta etapa, afirma a associação em nota com base em dados do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea/MT).

A exceção fica para as propriedades localizadas no Baixo Pantanal mato-grossense, onde nesta etapa é obrigatória a imunização de todos os bovinos e bubalinos. O prazo é de 1º de novembro a 15 de dezembro para vacinar e comunicar a vacinação junto ao Indea.

Após a imunização do rebanho, o produtor deve fazer a declaração da vacinação com a contagem dos animais por idade e sexo, juntamente da Nota Fiscal da compra das vacinas e apresentar no Indea do seu município, até o dia 10 de dezembro.

“O pecuarista mato-grossense já está acostumado com o calendário de vacinação, no entanto, deve-se atentar também aos prazos para comunicação. Além disso, a Acrimat sempre orienta os associados para que não deixem para os últimos dias, para evitar as filas nos escritórios do Indea”, informa a diretora executiva da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Daniella Bueno.

A multa para quem deixar de vacinar o rebanho dentro do período da campanha é de 1 UPF (Unidade Padrão de Fiscal) por cabeça de gado não vacinado. O produtor que atrasar a comunicação fica impossibilitado de emitir a Guia de Trânsito Animal (GTA) por um período mínimo de 30 dias.

Fonte: Estadão / Foto: Internet

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Durigan defende que Brasil deve ampliar comércio exterior

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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu nesta segunda-feira (17) a estratégia de abertura do comércio de produtos brasileiros para outros países. 

Segundo ele, outros governos e investidores olham para o Brasil com confiança. “Em um mundo de incertezas, temos de construir o Brasil como um porto seguro, temos de projetar segurança e previsibilidade”, disse ao participar de evento na capital paulista.

Para Durigan, essa abertura deve ser baseada em negociações e não de dependência de um parceiro exclusivo, na Ásia ou na América do Norte, por exemplo.

“[O Brasil] vai fazer o debate sabendo de suas fraquezas e fortalezas”, apontou.

A fala do ministro ocorre no momento de tensão entre Brasil e Estados Unidos. Na semana passada, o governo federal anunciou a abertura formal do processo para avaliar se a imposição unilateral de tarifas por parte dos Estados Unidos (EUA) contra exportações brasileiras será respondida com base na Lei da Reciprocidade Econômica

Aprovada no ano passado, justamente em reação ao primeiro tarifaço do governo de Donald Trump, a Lei nº 15.122 estabelece critérios para suspensão de concessões comerciais em resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que impacte negativamente a competitividade econômica do Brasil.

Medidas fiscais

Durigan também argumentou sobre a adoção de medidas, como bloqueio de orçamento e limite de gastos obrigatórios, para que o país mantenha a estabilidade fiscal. 

“Precisamos manter uma trajetória fiscal, sem desestabilizar”, disse.

Sobre a reforma tributária, o ministro reconhece que pode amedrontar, por impor muitas mudanças. Porém, Durigan acredita que 2027 será um importante ano para a transição, e que, ao final, resultará em um sistema melhor, a médio e longo prazo, para o país. 

A questão dos juros também foi abordada. Durigan afirmou que não há condições de discutir crédito no país sem “juros civilizados”, por, conforme o ministro, serem a “milha final” dos ajustes de médio prazo necessários para o desenvolvimento do país.



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