Mato Grosso

9ª Edição dos jogos encerra com chave de ouro na Acadepol

Publicado em

Mato Grosso

Da Redação

Miras e disparos certeiros marcaram o fechamento da 9ª Edição dos Jogos Integração da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso, realizada na manhã de sábado (19.10) no stand de tiro da Academia de Polícia (Acadepol), no bairro São João Del Rey, em Cuiabá. 

A modalidade de tiro é a mais esperada dos Jogos e reuniu policiais civis das delegacias da Capital e interior, que participaram da disputa acirrada em clima de amizade e confraternização. Ao todo oito equipes competiram nas provas de armas longas (modelo carabina e espingarda), e de pistola calibre .40, nas categorias masculino e feminino.

O último dia do evento esportivo teve como foco principal a integração e bem estar social dos servidores, o que vem sendo promovido anualmente pela Instituição e parceiros.

A classificação final, com a soma da pontuação das equipes nas 11 modalidades da 9ª Edição dos Jogos Integração da PJC-MT foi: em 1º lugar Rondonópolis com 675 pontos; em 2º lugar Tangará da Serra com 605 pontos; em 3º lugar Derf Cuiabá com 465 pontos; 4º lugar DRE com 445 pontos e 5º lugar Diretoria de Execução Estratégica com 195 pontos.

As modalidades disputadas neste ano pelas equipes femininas e masculinas foram: futebol society, voleibol de quadra, voleibol de areia, natação, xadrez, tênis de mesa, tiro, futsal, atletismo, ciclismo MTB e basquetebol.

Para o investigador da equipe de Rondonópolis,  Leosonio Bezerra Araujo, que todos os anos participa das olimpíadas, é sempre uma grande satisfação se preparar e poder estar em Cuiabá para disputar os jogos. “Este ano estamos com uma equipe completa, treinamos um pouco antes de vir, e com muita determinação conseguimos a melhor classificação. Estou muito feliz de participar desse momento único de confraternização entre os colegas. A organização a cada ano supera nossas expectativas”, disse.

A policial da Derf Cuiabá, Larissa Gualdi, destacou os jogos como o evento mais importante proporcionado pela Polícia Civil aos investigadores, escrivães e delegados, pois  além do incentivo ao esporte, oportuniza momento único de integração e reencontro com amigos de outras delegacias e do interior do Estado. “Este ano, a Derf-Cuiabá obteve pontuação um pouco menor do que no ano passado, isso mostra que a cada edição as equipes estão cada vez mais preparadas e fortes. Entretanto o mais importante é participar das competições com espírito competitivo, lutando  com garra e determinação”, disse a investigadora.

O professor e doutor, investigador Claudinei Farina, responsável pela preparação e coordenação dos jogos, falou da grande alegria em finalizar a 9ª Edição dos Jogos da Polícia Civil. “Venho percebendo um aumento no nível técnico em razão dos policiais estarem treinando para o evento que já é esperado pelos nossos servidores. É extremamente gratificante fazer acontecer esse evento, em que a Acadepol se desdobra para concretizar, buscando assim proporcionar momento divertidos, longe do stress do dia a dia de uma atividade policial. Para o próximo ano, os jogos integração da Polícia Civil irão completar 10 anos de realização, e muito novidades serão preparadas para essa 10ª edição”, destacou Claudinei Faria.

A 9ª edição dos Jogos Integração da Polícia Civil tem como patrocinadores: Sinpol, Amdepol, Sindepojuc, Lojas Martinello, CTPEVG, Excelência Engenharia, Águas Puríssimas. Além do apoio da Secretaria Estadual de Esportes (Governo), Secretaria Municipal de Esportes do Município de Cuiabá (Prefeitura), dos alunos do curso de educação física da UNIC.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Mato Grosso

TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

Publicados

em


O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA