Mato Grosso

Quarto suspeito de roubo em residência de vereador é preso pela PM

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Mato Grosso

Da Redação

A Polícia Militar (PM) prendeu no começo da tarde desta sexta-feira (18) o quarto envolvido no roubo a residência da família do vereador de Várzea Grande, Gidenor Anselmo (PTC), mais conhecido como Gordo Goiano.

O homem identificado como Maycon Douglas Nascimento Dias, 22 anos, foi preso após uma denuncia anônima dando conta de que o suspeito estaria no estacionamento de um supermercado na Avenida Couto Magalhães, em Várzea Grande.

Após feita a abordagem, Maycon que é conhecido como “Japão” afirmou que na noite de ontem, no momento do roubo ele estava em  outro supermercado da cidade localizado no bairro Alameda, porém o mesmo foi citado pelos outros três envolvidos que foram presos na noite de ontem (18) como sendo o quarto elemento da ação criminosa.

O suspeito foi encaminhado para a Central de Flagrantes de Várzea Grande onde foi apresentado para a Polícia Judiciária Civil (PJC)onde foram tomadas as medidas cabíveis.

Na noite de ontem por volta das 23h30 a PM abordou dois indivíduos que estavam em um veículo Fiat Strada, cor preto, parados em local suspeito, após serem questionados eles confessaram que estavam dando apoio a outros dois criminosos que estariam roubando uma residência no bairro Jardim Glória II, em Várzea Grande.

Os policiais se deslocaram até a referida residência de propriedade da família do vereador Gordo Goiano e constataram que de fato havia ocorrido o roubo, posteriormente os policiais foram até a residência na qual os criminosos iriam após o roubo e lá prenderam um dos suspeitos.

Keven Gabriel de Paula Martins de Oliveira, 19 anos, João Gabriel Pereira Barros de Jesus, 20 anos e um menor G.A.B.J., 17 anos foram encaminhados até a Central de Flagrantes onde foi lavrado o Boletim de Ocorrência e posteriormente encaminhados para a Polícia Judiciária Civil (PJC) onde foram tomadas as medidas cabíveis.

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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