Mato Grosso

Empresária é sequestrada e abandonada as margens da MT-401

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Mato Grosso

Da Redação

Uma empresária de 41 anos foi sequestrada enquanto saia de um estabelecimento comercial na noite desta quarta-feira (09), em Cuiabá.

De acordo com as informações, os criminosos obrigaram a mulher a fazer saques em caixas eletrônicos, após efetuar os saques os criminosos deixaram a vítima nas margens da MT-401.

Além dos saques os criminosos ainda levaram o veículo da vítima, um Jeep Renegade. Segundo a vítima, ela estava saindo do curso no qual frequenta quando por volta das 22h30, foi fechada por um veículo de cor branca, após a abordagem, um dos criminosos desceu do veículo e entrou no carro da vítima e assumiu a direção do mesmo.

Após tomar a direção do veículo, o criminoso teria rodado com a vítima pela região central da capital, em um dado momento os criminosos pararam em uma agência bancária e a obrigaram a efetuar saques, de acordo com a vítima, foram sacados cerca de R$ 300,00.

Enquanto estava na mira do criminosos, a empresária teve seu rosto tampado, foi quando os criminosos se dirigiram em direção ao bairro Novo Colorado, onde parou em uma residência. Depois os criminosos seguiram até a MT-401 onde a vítima foi deixada.

A Polícia Militar foi acionada e fez rondas pela região, porém não encontrou o carro e nem os suspeitos do crime. A polícia continua investigando.
 

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Mato Grosso

TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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