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Família continua buscas por idoso de 81 anos que desapareceu a 8 dias em Cuiabá

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Mato Grosso

Da Redação

A família do aposentado Isael Lourenço, 81 anos, que está desaparecido há mais de uma semana continua buscando informações sobre o paradeiro do idoso.

A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) está realizando uma força-tarefa para encontrar e saber o que aconteceu com o idoso, as equipes estão fazendo buscas na capital e em Várzea Grande, na quinta-feira (26) a polícia realizou buscas pelo Parque Massairo Okamuro, que fica na região do CPA, local onde Isael foi visto pela última vez.

Uma campanha está a todo vapor principalmente nas redes sociais, batizada de “Olhe para lado” a campanha visa localizar o idoso desaparecido.

Isael desapareceu no dia 19 de setembro quando saiu para ir ao supermercado, um tempo depois que saiu ele chegou a entrar em contato com a família dizendo que havia passado mal porém não voltou para casa.

Uma câmera de segurança da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) mostrou o idoso tentando atravessar a avenida Historiador Rubens de Mendonça (CPA) no mesmo dia do desparecimento, ele estava vestido com uma calça e camisa de cor cinza.

Qualquer informação sobre Isael Lourenço podem ser repassadas ao Núcleo de Pessoas Desaparecidas através do telefone (65) 99982-7766 ou (65) 3901-4823/4825.

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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