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Após confronto na Ponte Sérgio Motta, criminoso é baleado e morre (Veja Fotos e Vídeos)

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Da Redação

Um jovem identificado como Reielton Arruda Luiz da Silva, 20 anos, mais conhecido como “Fumacinha” morreu na manhã desta quinta-feira (19) após confronto com a Força Tática na Ponte Sérgio Motta, que liga Cuiabá a Várzea Grande.

Reielton Arruda Luiz da Silva, 20 anos, conhecido como “Fumacinha”

Segundo as informações, dois suspeitos armados roubaram um veículo em Cuiabá, após receber a informação equipes da Força Tática foram na busca dos suspeitos, após a localização dos mesmos os policiais tentaram uma abordagem, porém os criminosos tentaram fugir sentido a ponte.

Após um acidente houve confronto com troca de tiros e o suspeito “Fumacinha” acabou baleado e morto. Outro suspeito identificado como Renato Alves de Bessa, foi preso na ação.

Fumacinha havia sido preso no último dia 11 de setembro acusado de envolvimento em um outro roubo de uma caminhonete Ford Ranger, roubada no dia 31 de agosto, na ocasião foi preso juntamente com “Fumacinha”, um segundo suspeito identificado como Paulo Victor Leite de Queiroz, 21 anos que também estava envolvido no roubo do dia 31.

Leia Também: Cabecinha de Ovo e Fumacinha, velhos conhecidos da polícia, são presos acusados de roubo de veículo

Além disso, ele também teria participação no roubo de um veículo Renault Logan, roubado por um menor de 14 anos na região do bairro Vila Ipase, onde após um acompanhamento o menor que conduzia o veículo perdeu o controle e quase caiu em um rio na região do Carrapicho, em Várzea Grande. Na ocasião o suspeito conseguiu fugir.

Leia Também: Menor de 14 anos rouba veículo e quase cai em rio

De acordo com o Coronel da Polícia Militar Marcos Sovinski, foi localizado um veículo Chevrolet Corsa, cor branca, no bairro Jardim das Oliveiras, em Várzea Grande que segundo testemunhas, teria dado apoio no momento do assalto, agora a polícia busca o terceiro elemento que estaria conduzindo o veículo.

O momento do confronto foi registrado por populares que passavam no momento pela Ponte Sergio Motta, ainda de acordo com as informações, um terceiro individuo, teria pulado no rio no momento dos tiros, após ser detido o mesmo foi liberado, já que ele teria apenas se assustado e tentado se proteger.

O suspeito Paulo Victor, foi encaminhado até a Central de Flagrantes onde será apresentado para a Polícia Judiciária Civil (PJC).

Fotos e Vídeos: CR2

Renato Alves de Bessa foi preso na ação

Veículo Ford Ranger roubado na ação que resultou na morte do criminoso

 

Veículo Chevrolet Corsa que teria dado apoio na ação criminosa

 

Revólver calibre 32 usado pelos criminosos no momento do assalto

 

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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