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Morador de Várzea Grande reage a assalto e é baleado por criminosos

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Um morador do bairro Parque Atlântico, em Várzea Grande acabou baleado nas costas após ter sido assaltado.

De acordo com as informações, três criminosos armados invadiram uma casa e o morador da residência acabou reagindo e sendo alvejado. No momento da ação criminosa houve luta corporal, em dado momento um dos bandidos deixou a arma cair, neste momento outro criminoso pegou a arma e disparou contra o morador.

O morador que não teve o nome divulgado ficou gravemente ferido e foi encaminhado até o Pronto-Socorro de Várzea Grande, porém foi atendido e está fora de perigo.

Ainda de acordo com as informações, no momento do disparo a bala atravessou o corpo do morador e acabou atingindo um dos criminosos. Os criminosos acabaram fugindo sem levar nada, porém, dois dos suspeitos, sendo um o baleado foram presos pela Polícia Militar (PM) que foi acionada.

O terceiro criminoso ainda está foragido e a polícia fez buscas na expectativa de captura-lo, porém até o momento sem sucesso.

O suspeito que foi alvejado recebeu atendimento e foi conduzido juntamente com o comparsa para a Central de Flagrantes de Várzea Grande onde foi lavrado o Boletim de Ocorrência (BO) e posteriormente os criminosos foram apresentados ao delegado plantonista. A dupla deverá responder pelo crime de tentativa de latrocínio.

 

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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