Mato Grosso

Senador Jayme Campos defende exploração de terras indígenas no Estado

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Da Redação

Em entrevista na manhã desta sexta-feira (06) a uma emissora de televisão mato-grossense, o senador Jayme Campos (DEM) defendeu a exploração de terras indígenas no Estado.

Segundo o senador, defendeu a tese de que as áreas possam ser ocupadas, afirmou ainda que recebeu comissões de indígenas solicitando a liberação. “

O senador Jayme Campos (DEM) defendeu a produção agrícola e a exploração de terras indígenas de Mato Grosso em entrevista ao quadro Papo das 6h, do Bom Dia MT, nesta sexta-feira (6). Para Jayme, o uso das terras pode trazer benefícios e melhorar a qualidade de vidas dos índios. “Já recebi várias comissões de indígenas pedindo pelo amor de Deus, porque eles querem arrendar ou plantar na terra ou explorar o turismo ecológico onde há floresta” disse Jayme.

Na entrevista o senador deu o exemplo de uma aldeia que fica na cidade de Campo Novo do Parecis (397 km de Cuiabá), e segundo o senador exploram cerca de 14 mil hectares para a produção agrícola.

Jayme disse ainda que de nada adianta ter terra e não poder explorar. “O índio quer computador, celular, caminhonete, qualidade de vida. Eles querem ser inseridos no seio da sociedade como um cidadão normal como nós somos” completou.

O senador, porém, assumiu que o momento não é propicio para o debate, por conta das questões ambientais que o país vem enfrentando. “Teremos muita dificuldade porque é um momento desfavorável. Não sei se tudo é fake news em relação às queimadas, mas parte é exagero. E agora não é um movimento a nível nacional, mas mundial”. Finalizou.

 Foto: Jefferson Rudy Agência Senado

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Saúde mental de servidores do sistema prisional é debatida em reunião

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) participou de uma reunião interinstitucional no Tribunal Regional do Trabalho de Mato Grosso (TRT/MT) voltada à discussão das condições de trabalho, da saúde mental e da valorização dos profissionais que atuam no sistema prisional mato-grossense. Representando a instituição, a procuradora de Justiça Josane Fátima de Carvalho Guariente destacou a necessidade de ampliar o olhar das instituições para o bem-estar dos servidores, diante dos elevados índices de adoecimento registrados na categoria.Durante o encontro, realizado na sexta-feira, 09/10, a procuradora de Justiça ressaltou que a valorização dos trabalhadores do sistema penitenciário é fundamental para o fortalecimento das políticas públicas voltadas à execução penal. Segundo dados apresentados na reunião, 80% dos afastamentos por motivos de saúde registrados entre esses profissionais em 2025 estão relacionados ao sofrimento psíquico. “É muito importante que todas as instituições voltem um olhar para perceber o quanto esse servidor necessita ser valorizado”, afirmou Josane Guariente.Conduzida pelo presidente do TRT/MT, desembargador Aguimar Peixoto. Também participaram das discussões o secretário de Estado de Justiça, Valter Furtado Filho, o coordenador do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMF), juiz Geraldo Fidelis Neto, representantes sindicais e gestores ligados à política prisional.O objetivo da reunião foi ampliar a participação dos profissionais que atuam diretamente nas unidades prisionais nas discussões e ações previstas pelo Plano Pena Justa. Iniciativa nacional coordenada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, com o objetivo de promover melhorias estruturais e institucionais no sistema prisional brasileiro, incluindo ações voltadas à valorização dos profissionais que atuam nas unidades penais.A pauta contemplou as demandas de policiais penais e de outros profissionais essenciais ao funcionamento do sistema, como psicólogos, médicos, dentistas e psiquiatras. Como encaminhamento, foi definida a realização de uma audiência pública para aprofundar o debate sobre saúde, condições de trabalho e valorização dos servidores do sistema prisional. A expectativa é que o evento ocorra em dezembro, reunindo instituições e profissionais envolvidos na temática.Informações: TRT-MT

Fonte: Ministério Público MT – MT



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