Mato Grosso
Mulher é atropelada após cruzar faixa de pedestre na AV. CPA
Mato Grosso
Da Redação
Uma mulher identificada apenas pelas iniciais L.M.S., idade não divulgada, foi atropelada por um ônibus do transporte público da capital, na Avenida Historiador Rubens de Mendonça, na região Central de Cuiabá.
De acordo com as informações, eram por volta das 8h quando a mulher tentou atravessar uma faixa de pedestres da avenida quando foi atingida pelo veículo da Pantanal Transportes, não há informações se o semáforo estava verde ou vermelho.
Uma equipe da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob) esteve no local para auxiliar com o trânsito, já que o fato levantou a curiosidade de algumas pessoas que passavam no local, além disso o trânsito ficou complicado na região.
Já as equipes de Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi até o local e prestou os primeiros atendimentos e em seguida encaminhou a vítima para uma Unidade de Pronto Atendimento.
Uma mulher, identificada pelas iniciais L.M. S., foi atropelada por um ônibus do transporte público de Cuiabá, empresa Pantanal Transportes, por volta das 8 horas desta quinta-feira (05) quando tentava atravessar uma faixa de pedestres da Avenida Historiador Rubens de Mendonça, mais conhecida como Avenida do CPA, região Central da Capital.
A vítima foi atendida no local pelo Corpo de Bombeiros até a chegada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) que assumiu o atendimento de primeiros socorros e em seguida encaminhou a mulher para uma unidade de saúde.
A Polícia Judiciária Civil (PJC) investiga o caso.
Foto: Olhar Direto
Mato Grosso
TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.
A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.
O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.
“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.
A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.
“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.
Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.
O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.
Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.
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