Mato Grosso

Jovem afirma que receberia R$ 3 mil para roubar veículo, a ação foi frustrada

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Da Redação

Na tarde desta terça-feira (27) a Polícia Militar prendeu o jovem, Valdir Macedo dos Santos, 21 anos, acusado de tentativa de roubo de um veículo na Avenida Alzira Santana, em Várzea Grande.

De acordo com as informações, um veículo Fiat Siena, cor prata, estava passando pela avenida, quando o suspeito entrou na frente do mesmo. Em posse de um pedaço de ferro, que estava na cintura para simular uma arma de fogo, tentou abordar a vítima, porém, ao perceber que seria vítima de um assalto a condutora acelerou e saiu em fuga.

Após a tentativa de roubo o jovem correu em direção ao bairro Jardim Costa Verde, já a vítima acionou a polícia que fez rondas e conseguiu prender o suspeito.

A tentativa de roubo foi gravada por câmeras de segurança, veja:

Após ser preso, o jovem confessou o crime, disse ainda que a ordem do roubo partiu de dentro da Penitenciária Central do Estado (PCE) e que ganharia R$ 3 mil reais para roubar um veículo e abandona-lo em um banco na Avenida Brasil, na região CPA, em Cuiabá. Veja:

 

O suspeito não possui passagens pela polícia, porém, também confessou que não é a primeira vez que o mesmo comete este tipo de roubo.

Valdir foi preso por tentativa de roubo e foi encaminhado para a Central de Flagrantes de Várzea Grande onde foi apresentado ao delegado plantonista.

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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