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Relatório aponta que nas últimas 24 horas foram furtados 12 veículos na região metropolitana

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Da Redação

Um relatório da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) divulgou que nas últimas 24 horas foram registrados 12 furtos de veículos em Cuiabá e Várzea Grande.

De acordo com o relatório, foi registrado apenas uma ocorrência de roubo, que foi de um veículo Volvo FH-460, com placas de Porto Velho – RO. Já em relação aos furtos, diariamente vários são os casos, dos doze casos registrados, 4 são motocicletas, outros oito casos são de veículos de passeio.

Os bandidos aproveitam os momentos de distração dos proprietários e praticam o crime, nos casos de roubo, a ação é quase sempre a mesma, normalmente, dois ou três pessoas armadas abordam as vítimas e após ameaças roubam o veículo.

Já em relação aos furtos, os criminosos esperam um mento e local propicio para a prática do crime, após o proprietário adentrar em sua residência, ou até mesmo em algum estabelecimento comercial, os criminosos agem de maneira rápida e subtraem o bem.

Nas útimas 24 horas, além das quatro motocicletas (uma Honda CG 160, uma Yamaha Factor YBR125, e duas Honda XRE300), foram furtados dois Chevrolet Onix, um Chevrolet Corsa Milenium, um Fiat Uno Mille Way, três VW Gol e um Renaut Sandero.

Porém a resposta das autoridades vem sendo muito rápidas, um dos veículos VW Gol, por exemplo, foi recuperado em menos de 30 minutos pelas forças de segurança do estado, que através de câmeras de monitoramento, rondas ostensivas e denúncias anônimas conseguem chegar ao paradeiro, muitas das vezes, conseguem inclusive prender os criminosos.

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Mato Grosso

TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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