Mato Grosso
Esposa de ex-deputado federal se envolve em acidente, criança de 3 anos morre e suspeita foge do local
Mato Grosso
Da Redação
A esposa do ex-deputado federal, Adilton Sachetti (PRB), Lidiane Campos, se envolveu em um acidente na noite deste domingo (11), na cidade de Rondonópolis (218km de Cuiabá).
De acordo com as informações, Lidiane, dirigia um veículo, Toyota SW4, quando atingiu em uma motocicleta, onde estavam um casal, e o filho de apenas 3 anos de idade, a criança veio a óbito no local. Ainda de acordo com informações, a mulher não prestou socorro e se evadiu do local e abandonou o veículo.
O advogado da suspeita, disse a polícia, que a mesma irá se apresentar na 1ª Delegacia da Polícia Judiciária Civil, nesta manhã de segunda-feira (12), porém, até o fechamento desta matéria, a suspeita não havia se apresentado.
O acidente aconteceu por volta das 18h40 em um cruzamento da Avenida 15 de Novembro com a Avenida Tiradentes, no Centro de Rondonópolis.
Na motocicleta, estavam, Dayane Palmeiras dos Santos, 35 anos, o marido, Marcos Souza da Costa, 30 anos e o filho, Daniel Augusto Costa, 3 anos.
Mesmo após a batida, Lidiane, não parou e prosseguiu até chegar na Rua Rosa Bororo e fugiu na contramão, a polícia encontrou o veículo na mesma avenida do acidente.
As equipes de pronto atendimento foram acionadas e encaminhou as vítimas para o Hospital Regional de Rondonópolis, a criança, não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital.
O marido da suspeita, Adilton Sachetti, foi prefeito de Rondonópolis entre os anos de 2005 e 2008, também foi deputado federal por Mato Grosso, entre os anos de 2015 e 2018, nas últimas eleições, foi candidato ao Senado Federal, pleito no qual, ficou em quarto lugar.
, se envolveu em um acidente na noite deste domingo (11), na cidade de Rondonópolis (218km de Cuiabá).
De acordo com as informações, Lidiane, dirigia um veículo, Toyota SW4, quando atingiu em uma motocicleta, onde estavam um casal, e o filho de apenas 3 anos de idade, a criança veio a óbito no local. Ainda de acordo com informações, a mulher não prestou socorro e se evadiu do local e abandonou o veículo.
O advogado da suspeita, disse a polícia, que a mesma irá se apresentar na 1ª Delegacia da Polícia Judiciária Civil, nesta manhã de segunda-feira (12), porém, até o fechamento desta matéria, a suspeita não havia se apresentado.
O acidente aconteceu por volta das 18h40 em um cruzamento da Avenida 15 de Novembro com a Avenida Tiradentes, no Centro de Rondonópolis.
Na motocicleta, estavam, Dayane Palmeiras dos Santos, 35 anos, o marido, Marcos Souza da Costa, 30 anos e o filho, Daniel Augusto Costa, 3 anos.
Mesmo após a batida, Lidiane, não parou e prosseguiu até chegar na Rua Rosa Bororo e fugiu na contramão, a polícia encontrou o veículo na mesma avenida do acidente.
As equipes de pronto atendimento foram acionadas e encaminhou as vítimas para o Hospital Regional de Rondonópolis, a criança, não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital.
O marido da suspeita, Adilton Sachetti, foi prefeito de Rondonópolis entre os anos de 2005 e 2008, também foi deputado federal por Mato Grosso, entre os anos de 2015 e 2018, nas últimas eleições, foi candidato ao Senado Federal, pleito no qual, ficou em quarto lugar.
Mato Grosso
TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.
A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.
O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.
“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.
A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.
“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.
Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.
O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.
Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.
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