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Força Tática prende líder de ponto de venda de drogas em Cuiabá

Publicado em

Mato Grosso

Da Redação

A Força Tática prendeu um jovem de 22 anos identificado apenas como L.V.V.R na noite desta segunda-feira (05).

De acordo com as informações, o suspeito estava com uma quantidade de substância análoga a maconha e também pasta base de cocaína, em Cuiabá.

Segundo as investigações o jovem teria assumido o comando do ponto de comercialização que fica no bairro Jardim Leblon após a prisão do pai. Os policiais chegaram até o suspeito após denúncias anônimas, ao chegar no local, na Rua Quatro de Janeiro, os policiais abordaram o suspeito e com ele foram encontradas cinco porções de substância análoga a cocaína, uma pedra de pasta base e R$ 219,00 em espécie.

Ao ser questionado sobre a denúncia que dava conta que o suspeito teria assumido o ponto de venda de entorpecentes, L.V.V.R afirmou que era obrigado pelo pai a comercializar drogas, já que o mesmo encontra-se preso.

Foram apreendidos ainda em posse do suspeito dois pedações grandes de substância análoga a pasta base, porções pequenas de substância análoga a maconha, duas balanças de precisão, rolo de plástico filme além de outros objetos característico do tráfico de drogas.

O suspeito foi encaminhado para a Central de Flagrantes do bairro Verdão, em Cuiabá onde ficou à disposição da justiça.

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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