Mato Grosso

Empresário é executado quando chegava em casa em Cáceres

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Mato Grosso

Da Redação

Um homicídio foi registrado na noite desta terça-feira (30), no bairro Santa Isabel, em Cáceres (230 km de Cuiabá).

De acordo com as informações, o empresário José Carlos Cordeiro Pinheiro. 66 anos, foi assassinado com um tiro que atingiu a cabeça, o corpo do empresário estava dentro de sua caminhonete Volkswagen Amarok, onde foi encontrado um revólver calibre 357, um fuzil calibre 22 e uma espingarda calibre 12.

De acordo com a polícia, José Carlos estava chegando em sua residência quando foi alvejado por um homem que chegou em uma motocicleta. Ainda de acordo com a polícia o suspeito se aproximou e atirou pelo menos três vezes contra o empresário.

Os vizinhos chamaram o Corpo de Bombeiros, que socorreu o idoso e encaminhou até o Hospital Regional de Cáceres, porém, o empresário não resistiu aos ferimentos e veio a óbito antes mesmo de dar entrada no hospital.

Além das armas, os policiais encontraram ainda no interior do veículo foram encontradas várias munições: 23 munições de calibre 12 intacta, 1 calibre 38 intacta, duas caixas de balote, ainda foram encontradas munições calibre 22 e calibre 12.

A Polícia Judiciária Civil esta investigando o crime, até o momento ninguém foi preso nem indiciado pelo homicídio. (Foto: Joner Campos)

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Mato Grosso

TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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