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Homem alvejado durante assalto morre em Sorriso

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Da Redação – Jean Borsatti

Juliano Aparecido Pinto, 58 anos, estava internado no Hospital Regional de Sorriso, onde estava internado desde sexta-feira (26) em coma após ser baleado em uma tentativa de assalto, onde foi mantido como refém.

Ainda no sábado, em nota, o hospital confirmou a morte cerebral de Juliano, porém a família optou por manter os aparelhos ligados até na segunda-feira (29).

O corpo de Juliano passou por necrópsia no Instituto Médico Legal (IML) e posteriormente foi liberado para ser velado.

Juliano Pinto, foi alvejado por um tiro na região do queixo na última sexta-feira (29) onde foi mantido refém por bandidos que roubaram seu veículo, uma caminhonete Chevrolet S-10, de cor preta, o crime ocorreu em uma região de chácaras conhecida como Prainha, as margens do Rio Verde por volta das 18h.

Durante o crime, os bandidos trocaram tiros com a Polícia Militar, durante a troca de tiros, Juliano tentou sair com a caminhonete e foi impedido por um dos bandidos que disparou contra a vítima.

Além de da morte de Juliano, dois bandidos morreram, um investigador e outro suspeito ficaram feridos após a troca de tiros. A polícia conseguiu prender um dos suspeitos e outro continua foragido.

Um dos suspeitos que havia sido internado após ser baleado no ombro e na perna, recebeu alta no último domingo (28) e prestou depoimento a Polícia Judiciária Civil por mais de uma hora, quem o ouviu foi o delegado, Daniel Santos Nery que está encabeçando as investigações.

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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