Mato Grosso

Padrasto é preso após tentar estuprar enteada de 14 anos

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Mato Grosso

Da Redação

Um homem de 43 anos não identificado, foi preso na noite de terça-feira (23), acusado de tentativa de estupro, o homem teria oferecido R$ 1 mil para sua enteada de apenas 14 anos, o fato aconteceu em uma região rural da Estrada do Aricá.

A polícia foi acionada após uma denúncia que dava conta de um estupro, após rondas pela região a polícia se deparou com a menor que afirmou que o padrasto tentou estupra-la no interior de um veículo. Além disso, a adolescente afirmou ainda que o padrasto a chamou para fazer um serviço e posteriormente desviou a rota indo para a referida estrada. Ainda de acordo com a menor, o homem teria oferecido o dinheiro para manter relações sexuais com a menor, a mesma não aceitou a oferta e fugiu do local.

O homem foi localizado posteriormente no bairro Jardim Passaredo em Cuiabá e foi preso pela polícia e encaminhado para a Central de Flagrantes do bairro Verdão, após checagem, foi constatado que o homem já possui passagens por estupro, na ocasião ele teria estuprado a própria, também menor de idade.

A menor informou ainda que na semana passada o padrasto teria a obrigado ingerir bebida alcoólica e na sequência teria abusado da mesma.

O homem está a disposição da justiça onde deverá responder por tentativa de estupro.

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Mato Grosso

TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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