Mato Grosso

Polícia Civil prende traficante com 15 tabletes de maconha no bairro Vista Alegre

Publicado em

Mato Grosso

Da Redação

Quinze tabletes de maconha foram apreendidos e um suspeito preso, pela Polícia Judiciária Civil em Cuiabá. A ação foi deflagrada pela Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE), em uma residência no bairro Vista Alegre.

O suspeito, I.R.L. de 25 anos, foi autuado em flagrante pelo crime de tráfico de drogas, após ser surpreendido em posse da droga, balança de precisão e outros materiais utilizados para o comércio de entorpecentes.

Durante diligências para mapear pontos de venda de droga, os investigadores identificaram I.R.L., como fomentador do tráfico na região do bairro Vista Alegre.

Com base nos indícios, os policiais civis passaram a monitorar o endereço do suspeito, quando na tarde de segunda-feira (22), foi percebida movimentação estranha no local. Em ato contínuo uma equipe se aproximou do imóvel e foi recebida pelo morador.

Questionado, o suspeito alegou que não havia nada de ilícito na casa, porém em buscas no local, fora, encontradas quinze porções de maconha dentro de um pote de sorvete. Em outro pote de vidro também foi apreendida uma grande quantidade da mesma substância, além de uma balança de precisão e apetrechos usados para traficância.

Diante dos fatos, o suspeito foi detido e levado para DRE, onde foi interrogado e preso em flagrante por tráfico de drogas. Após a confecção dos autos, I.R.L. foi apresentado para audiência de custódia e colocado à disposição da Justiça.

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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