Mato Grosso

Homem é morto em frente a casa da namorada em Peixoto do Azevedo

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Mato Grosso

Da Redação

Peixoto de Azevedo (674 km de Cuiabá) registrou mais um crime de homicídio no último domingo (07), segundo informações Francisco Rodrigues de Jesus de 33 anos foi morto com um tiro na região do olho esquerdo, o crime aconteceu no bairro Liberdade, rua Peru.

Francisco estava em frente a casa da namorada que foi quem acionou a polícia, uma vizinha teria ligado para o pronto atendimento quando viu o corpo do homem na calçada por volta das cinco horas da manhã. De acordo com a namorada, o ultimo contato que teve com Francisco foi horas antes enquanto a vítima ligou e informou que estava se deslocando a residência da namorada.

O principal suspeito da morte de Francisco, até o momento, é o ex-marido da namorada da vítima, que de acordo com a mulher, teria ameaçado a vítima semanas antes, já que não aceitava o término do relacionamento.

A Polícia Civil está investigando o caso, dentro das próximas semanas será possível saber se o ex-marido da namorada da vítima tem de fato participação no homicídio. (Foto: Facebook)

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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