Mato Grosso

Homem mata esposa e esfaqueia enteado em Várzea Grande

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Mato Grosso

Da Redação

Uma mulher de 35 anos que não teve o nome divulgado pela polícia foi morta a facadas pelo marido no bairro São Simão em Várzea Grande, segundo as informações o suspeito teria esfaqueado também o filho da vítima de 15 anos.

De acordo com a polícia os vizinhos teriam ouvido gritos que vinham do interior da residência e acionaram a polícia através do 190 que ao chegar no local se deparou com a vítima caída com várias perfurações na região do tórax.

Ainda segundo as informações mãe e filho entraram em luta corporal com o suspeito, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi até o local e encaminhou o menor para o Pronto Socorro de Várzea Grande com ferimentos nas nádegas, queixo e pernas.

O autor do crime que já possui várias passagens fugiu do local e ainda não foi localizado pela polícia. O crime aconteceu por volta das 23h de sexta-feira (07) e será investigado pela Polícia Civil.

Testemunhas não souberam informar o motivo da briga que antecedeu ao crime. O suspeito, de 42 anos, fugiu do local e ainda não foi localizado.

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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