Mato Grosso
Concessionárias passam a aceitar cartão para pagamento de pedágio nas rodovias de MT
Mato Grosso
Medida vai beneficiar os usuários que circulam pelos 1.813 quilômetros de rodovias concedidas
Da Redação
A partir desta quinta-feira (1º de julho) as concessionárias que administram as rodovias estaduais de Mato Grosso passam a aceitar o uso dos cartões de débito e crédito no pagamento dos pedágios. A medida atende a lei n° 11.297 sancionada pelo governador Mauro Mendes.
O objetivo é ampliar as formas de pagamento e beneficiar os usuários que circulam pelos 1.813 quilômetros de rodovias concedidas em Mato Grosso, que poderão se livrar do incômodo de levar e manusear dinheiro vivo no valor necessário para seus deslocamentos.
Além disso, a medida vai garantir maior segurança do usuário e também dos trabalhadores das praças de pedágio, com a redução de dinheiro em espécie em circulação, de acordo com o secretário adjunto de Logística e Concessões da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), Huggo Waterson.


Foto por: Secom-MT
Atualmente, o pagamento de pedágio nas praças nas estradas de Mato Grosso é feito por meio de dinheiro em espécie e das chamadas “tags”, etiquetas eletrônicas afixadas nos veículos, que permitem a transferência automática de valores para a concessionária quando o usuário atravessa o sistema de leitura instalado nas praças de cobrança.
Com a nova lei, passam a aceitar cartão as concessionárias Administradora de Pedágios Rodovia da Mudança, Intervias – Concessionária de Exploração da Rodovia, APASI – Concessionária de Exploração da rodovia, SPS – Concessionária de Exploração da rodovia 235, Morro da Mesa Concessionária S/A, Via Brasil MT 100 Concessionária de Rodovias S/A e a Via Brasil MT 320 Concessionária de Rodovia S/A.
Já as concessionárias Consórcio Via Norte Sul S/A, Via Brasil MT 246 Concessionária de Rodovia S/A e Concessionária de Rodovias Rota dos Grãos S/A, além da Associação Agrologística de Mato Grosso, ainda estão no primeiro ano de operação e não cobram pedágio. Por essa razão, a medida valerá somente no próximo ano.
Veja aqui os trechos já concedidos pelo Estado
Mato Grosso
TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.
A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.
O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.
“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.
A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.
“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.
Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.
O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.
Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.
-
Cidades6 dias atrásPivetta cobra providências de prefeita após vídeo de diretor do DAE recebendo dinheiro
-
Política4 dias atrásEleições: propaganda eleitoral começa neste domingo
-
Cidades5 dias atrás“Não venham dizer que é eleitoreira”, dispara Wellington sobre operação contra Mauro
-
Cidades6 dias atrásSinfra avança na compra de equipamentos para Aliança pela Água em VG, afirma Pivetta
-
Política7 dias atrásSenado celebrará criação da Frente Parlamentar pela Paz Mundial
-
Política6 dias atrásCMO aprova crédito extra para atender vítimas de desastres climáticos
-
Política5 dias atrásMP visa combate à fome de populações afetadas por mudanças climáticas
-
Cidades3 dias atrásEducação de Várzea Grande vai ampliar atendimento aos estudantes com implementação da Política de Educação Integral em Escolas em Tempo Integral


Você precisa estar logado para postar um comentário Login