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Justiça mantém Contreira na disputa pela presidência do Creci-MT

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Da Redação

“A Justiça foi feita, com os devidos direitos legais e a vontade da maioria, a nossa chapa “Pra frente Corretor” que tem a proposta de valorização do profissional, vai participar da eleição do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de Mato Grosso”, disse o candidato Claudecir Contreira.

A decisão deferida pelo juiz federal Raphael Cazelli de Almeida Carvalho, garantiu a participação da chapa “Pra Frente Corretor”, na eleição do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de Mato Grosso – (Creci-MT).

Claudecir Contreira que há 18 anos desenvolve a profissão de corretor de imóveis, em Mato Grosso, disse que estava confiante na decisão da Justiça, e que a escolha pelo seu nome para representar a categoria, é um consenso da maioria dos colegas de trabalho.

“Eu sou corretor, trabalho como corretor, sei das necessidades e prioridades dos profissionais, hoje existem burocracias que só atrapalham, a sede do Creci-MT tem que ser utilizada como a casa do corretor, prestando serviços para que as atividades dos profissionais, sejam realizadas com eficiência”, declarou Contreira.

O pleito está marcado para ocorrer nos dias 6 e 7 de julho 2021. A disputa definirá o comando do Creci-MT para o triênio 2022-2024.

Confiante no desejo de renovação na direção da “Casa”, Contreira já apresenta uma de suas metas, que é viabilizar a atualização da Lei Federal 6.530/1978, via bancada federal, através de deputados e senadores, com objetivo de proporcionar melhores condições de vida ao profissional corretor de imóveis.

Duas chapas disputam a presidência do Creci-MT, uma encabeçada pelo atual presidente, Benedito Odário Conceição e Silva, e a outra por Claudecir Contreira.

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Debate aponta falta de pessoal no TRT-2 e demanda nomeação de concursados

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A falta de pessoal no Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, de São Paulo, foi tema de debate na Comissão Mista de Orçamento (CMO) nesta terça (18). Esse tribunal, também chamado de TRT-2, é o maior tribunal regional do trabalho do Brasil.

A deputada federal Professora Luciene Cavalcante (PSOL-SP), que conduziu a reunião, disse que o TRT-2 possui um déficit de 488 servidores — e que, por isso, é preciso nomear concursados.

Ela destacou que o TRT-2 responde por 19% dos processos trabalhistas do país e acumula quase 1 milhão de processos pendentes.

Segundo a comissão de aprovados no último concurso para esse tribunal, há cerca de 5,3 mil pessoas aguardando nomeação.

Acesso à Justiça

Ao defender a convocação imediata dos concursados, a deputada afirmou que as nomeações estão previstas na Lei Orçamentária de 2026. Ela também ressaltou que a falta de pessoal compromete o acesso à Justiça, especialmente para populações vulneráveis.

— A convocação dos concursados é urgente. A efetividade do TRT-2 importa porque ele tutela direitos de natureza alimentar e enfrenta violações que incidem com mais intensidade sobre as populações mais vulneráveis. O déficit de pessoal compromete a capacidade de resposta à sociedade — salientou Luciene.

Adoecimento

Integrante da comissão de aprovados no último concurso do TRT-2, Fernanda Coimbra de Lima declarou que a falta de servidores nesse órgão aumenta a sobrecarga laboral e o número de adoecimentos, “justamente numa casa que deveria zelar pelo ambiente de trabalho”.

— Isso resvala no cidadão, que é afetado com uma demora processual; na empresa, que vive numa incerteza constante; no advogado, que não sabe quando o processo vai findar e quando receberá seus honorários. Há uma gama de entes afetados. A Justiça do Trabalho não pode ser abandonada — protestou ela.

O TRT-2

De acordo com o próprio TRT-2, a jurisdição desse tribunal abrange 46 municípios, incluindo a cidade de São Paulo.

O órgão também informa que possui 217 varas do trabalho, 92 desembargadores, 512 juízes e 5.315 servidores, além de estagiários e profissionais terceirizados.

O debate na CMO, nesta terça-feira, também contou com a participação do deputado estadual Carlos Giannazi (PSOL-SP); da representante do Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário de São Paulo, Camila Gradim; e da coordenadora-geral da Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário Federal, Luciana Carneiro.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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