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“Concurso vai suprir vagas e melhorar atendimento”, diz Juca do Guaraná

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As inscrições permanecem abertas até o próximo dia 30.  Segundo o presidente da Casa de Leis de Cuiabá, Juca do Guaraná Filho, as vagas ora disponíveis decorrem de lacunas deixadas pelos que se aposentaram ou mesmo faleceram. “Novamente preenchidas, vai melhorar os serviços prestados ao cidadão cuiabano”, observa. São ofertadas 13 vagas, sendo 6 para técnico legislativo, 6 para analista legislativo, uma para controlador interno e cadastro reserva para a função de contador

Da Redação

Os interessados em participar do concurso público da Câmara Municipal de Cuiabá têm até o dia 30 de junho para preencher o formulário de inscrição no site da Selecon (https://s213.institutoselecon.org.br/), empresa responsável pela organização do certame, para concorrer às vagas disponíveis.
 
Estão abertas somente as inscrições pagas, o prazo para pedido de isenção da taxa já encerrou.  A taxa de inscrição é no valor de R$ 60 (sessenta reais) para o cargo de nível médio e no valor de R$ 80 (oitenta reais) para cargos de nível superior.
 
O novo prazo é somente para pessoas que não estejam inscritas no certame.  
 
Segundo o edital, a aplicação das provas objetiva e discursiva do concurso está prevista para acontecer no dia 29 de agosto.
 
Mais informações sobre o certame no site da Selecon. Na página, os candidatos têm acesso aos editais, acompanham os resultados da solicitação de isenção da taxa, preenchem formulário e acompanham a inscrição.
 
Concurso
 
O edital prevê 13 vagas, sendo seis para técnico legislativo (nível médio), seis para analista legislativo (nível superior), uma para controlador interno (nível superior), além de formação de cadastro reserva para o cargo de contador (nível superior). Os salários variam de R$ 3,7 mil a R$ 7,9 mil.
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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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