Mato Grosso
Campo Novo do Parecis e Sapezal, coincidência entre gestores ou hospedeiros da “Mosca Azul”
Mato Grosso
Da Redação
Infestação da “Mosca Azul” ou apenas uma coincidência em dois municípios, que eram geridos paralelamente por dois parentes, supostamente interligado, como aconteceu com Campo Novo do Parecis e Sapezal.
Com estilo, padrão de vida e condutas semelhantes, as atividades do prefeito cassado de Campo Novo do Parecis, levantou suspeitas e indagações, referente as atividades praticadas pelo prefeito de Sapezal.
De acordo com informações de bastidores, desde o período eleitoral de 2020, que a semelhança no comportamento dos parentes, nas atividades da política, são características que levantam indagações.
Os últimos fatores que marcaram as semelhanças entre o parentesco, envolvendo as duas Prefeituras, foi quando os gestores não seguiram as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS), na prevenção e combate a pandemia do Coronavírus, nem os Decretos de outras esferas, tanto é, que houve a necessidade de intervenção da Justiça, para garantir ações com objetivo de resguardar a vida da população.
Por outro lado, tanto o prefeito afastado de Campo Novo do Parecis, quanto o prefeito investigado de Sapezal, conjuntamente compactuavam do mesmo discurso e atitudes, incentivando a abertura do comércio local, mesmo com alto índice de contaminados, ocupação de leitos e mortos.

Foto: versosdefogo.blogspot.com
“Cassado pelo uso da máquina para promoção eleitoral”.
Como as semelhanças das ações entre os gestores, ainda são apenas dados que levantam suspeitas, as indagações e denúncias começam tomar conta da cidade de Sapezal.
Será que o prefeito compactuou da mesma manobra do uso da maquina pública para se reeleger?
Será que houve abuso de poder econômico para garantir a reeleição?
Cabe agora, tanto os vereadores, quanto ao poder jurídico regional e estadual, acatar e investigar as denúncias, que podem mudar a história política e administrativa de Sapezal.
Pelo que tudo indica, a “Mosca Azul” fez mais um hospedeiro na região.
Mato Grosso
Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri
Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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