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Fabinho: “Ao receber Kalil, Bolsonaro confirmou prestígio de VG em Brasília”

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Mato Grosso

Da Redação

O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, vereador Fábio José Tardin – Fabinho (DEM), disse hoje (17) que o prefeito Kalil Baracat e o senador Jayme Campos (DEM) confirmaram o grande prestígio político que desfrutam em Brasília-DF. Fabinho entende que essa audiência com a autoridade presidencial foi um avanço importantíssimo para o município várzea-grandense consolidar mais investimentos sociais e estruturais. Houve, segundo interpretou, franca sinalização de ajuda a Várzea Grande por parte de Bolsonaro, e não apenas no fornecimento de vacinas extras e recursos para obras de saneamento básico, mas também para outros grandes projetos.

“Não é todo município que tem um prefeito com histórico exitoso de militância política na família, o que lhe facultou espontâneo aprendizado de sabedoria no trato com a coisa pública, tornando-o respeitadíssimo entre os munícipes. O restante é por seus próprios méritos, esforço de fazer o melhor, como tem feito. Kalil é filho do saudoso deputado Nico Baracat, que fez história de lutas em prol da população várzea-grandense. E a ex-prefeita Sarita Baracat, sua avó, também imprimiu ritmo administrativo inovador nas terras de Couto Magalhães, preparando VG para um futuro de vitórias empreendedoras; justamente como acontece hoje”.


Foto: omatogrosso

Fabinho também não poupou rasgados elogios ao senador Jayme Campos, ex-governador e ex-prefeito de Várzea Grande. “Jayme é outro nome que nos orgulha pelo muito que fez e tem feito por Várzea Grande e pelo Estado. É um senador da República sempre preparado e imbuído de dinâmica política para implementar programas que beneficiem o povo, em geral. Quando gestor no Palácio Paiaguás, Jayme marcou ineditismo em várias frentes governamentais, garantindo a MT total pujança em setores antes dominados por outros estados. Em decorrência de seu trabalho persistente e habilidoso, MT despontou com posição perpétua no setor de agronegócio. Somos campeões produtivos em várias culturas, não apenas soja/milho. A pecuária mato-grossense e a suinocultura são respeitadas igualmente pelo seu potencial, somando-se a outras”.

No geral, a audiência mantida pelo prefeito Kalil Baracat e o senador Jayme Campos com o presidente Jair Bolsonaro, concluiu Fabinho, estabeleceu maior franquia entre os Poderes, intercâmbio já existente mas ainda não trabalhado na sua integridade. “Aprimorou-se o relacionamento entre cá e lá, VG e Brasília. E com aceno positivo do próprio presidente. Isso nos permite dizer que VG consolidará os projetos desejados e vai conceber outros que a projetarão de vez no cenário nacional, na qualidade de nova potência municipal”.

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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