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“Alex Berto”: Trabalhos e investimentos mudam a realidade de Rosário Oeste

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Da Redação

Com mais de 1.500km de estradas vicinais, que precisam constantemente de manutenção, seja no período de seca ou chuvoso, o prefeito de Rosário Oeste, Alex Berto recebeu na última segunda-feira, 16.06.21 um equipamento do Governo do Estado, para auxiliar nas obras.

Para atender a demanda da população que vive e trabalha no campo, estradas e pontes são as principais necessidades, interferindo diretamente no desenvolvimento da região.

Em Rosário Oeste não é diferente, com potencial agrícola e turístico, estradas em boas condições de trafegabilidade, e pontes para acessos das regiões, potencializa a economia, seja da agricultura familiar, e das grandes empresas do agronegócio.

O prefeito Alex Berto explicou que o equipamento, neste momento que o município ainda se encontra sem certidão, com dificuldade para aquisição de um maquinário neste porte, é de extrema importância.

“Com esta ação do governador Mauro Mendes, doando este equipamento é de mais valia, estamos conseguindo mais duas máquinas, também com o apoio do Governo do Estado, quero aqui deixar o meu agradecimento ao governador Mauro Mendes, que está colaborando com o desenvolvimento de Rosário Oeste”, ressaltou Alex Berto.

Parceria envolvendo Governo do Estado, Assembleia Legislativa e Prefeitura de Rosário Oeste, estão garantindo equipamentos para o município, sendo mais R$ 2 milhões de investimentos, como duas motoniveladora (Patrol) e uma pá carregadeira.

Alex Berto na oportunidade ainda falou das dificuldades administrativa, financeira e política que o município se encontrava, porém, o caos ficou no passado, e que hoje a cidade de Rosário Oeste, vive uma outra realidade.

Foto: Reportagem.

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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