Mato Grosso
Neri Geller: “Entrega de equipamentos é fruto do trabalho em união”
Mato Grosso
Da Redação.
Com trabalhos prestados em vários setores dos municípios de Mato Grosso, o deputado federal, Neri Geller participou na manhã desta quarta-feira, 16.06.21, da entrega de equipamentos para mais de 90 prefeituras.
Na oportunidade, o parlamentar falou da importância do trabalho em sincronia existente entre a Bancada Federal, com o Governo do Estado e os municípios, gerando automaticamente benefícios para população.
Para o deputado federal Neri Geller, que acompanha o cotidiano dos moradores das comunidades rurais, esses maquinários transformam a vida das pessoas, que dependem das estradas vicinais para se locomoverem.

Foto: Assessoria
“Estamos acompanhando diariamente a vida dos trabalhadores do campo, sabemos a importância de boas estradas e pontes, muitos municípios não têm condições de adquirir um equipamento como este, o governo do estado, juntamente com a Assembleia Legislativa e Bancada Federal, está proporcionando melhores condições de vida, para quem vive no campo”, explicou Neri.
Como as demandas da maioria dos municípios, vão de encontro com o trabalho prestado pelo deputado federal, Neri participou da entrega dos maquinários com vários prefeitos, mostrando que o momento é outro, porque agora é hora de avançar no desenvolvimento.
“Não podemos deixar de olhar por aqueles que mais precisam, o trabalho em conjunto está fazendo toda diferença, temos a certeza que conseguiremos fazer muito mais pela população”, explicou Neri.
Em cada entrega das chaves dos equipamentos aos prefeitos, Neri reafirmou o compromisso, e se disponibilizou em trabalhar para atender as demandas de cada região.
Prefeitos como Marinho do município de Nova Monte Verde, João Bang de Nova Xavantina e a prefeita, Francieli Magalhães de Santo Antônio do Leverger, agradeceram o apoio do deputado federal, que vem colaborando com o desenvolvimento dos municípios.
Foto: Assessoria
Mato Grosso
TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.
A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.
O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.
“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.
A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.
“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.
Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.
O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.
Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.
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