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CGE adere à campanha de arrecadação de lixo eletrônico em prol do Hospital de Câncer

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A adesão da CGE à iniciativa integra as ações do Programa Agenda Ambiental na Administração Pública (Programa A3P)

Da Redação

A fim de contribuir para a cultura do consumo sustentável, o descarte correto dos resíduos sólidos e colaborar com o Hospital de Câncer de Mato Grosso (HCanMT), a Controladoria Geral do Estado (CGE-MT) aderiu à 5ª edição da Campanha Local de Entrega Voluntária de Eletrônicos (LEVE). A adesão da CGE à iniciativa integra as ações do Programa Agenda Ambiental na Administração Pública (Programa A3P).

O prédio da CGE-MT, situado no Centro Político Administrativo em Cuiabá, é mais um ponto de arrecadação para os servidores e visitantes do órgão que tenham material eletrônico para descarte.

Até o dia 19 de junho, podem ser entregues no local tablets, rádios, celulares, aparelhos de DVD, câmeras fotográficas, em especial aparelhos que ligam na tomada. O ponto de coleta fica no piso térreo da CGE, próximo ao mural de avisos. 

Os produtos coletados serão destinados ao Hospital de Câncer para revenda, cujos recursos financeiros serão utilizados para melhorias na unidade de saúde.

Além da contribuição ao HCanMT, a campanha coopera com o meio ambiente, uma vez que o descarte incorreto de resíduos eletrônicos é nocivo. Os aparelhos são compostos por substâncias que possuem alto poder de contaminação do solo e das águas, como chumbo, mercúrio, cádmio e berílio, que demoram para se decompor naturalmente.

De acordo com o Hospital de Câncer, a última campanha arrecadou 56 toneladas de equipamentos, que renderam R$ 43.000,00 para a compra de um foco cirúrgico.

A ação é uma iniciativa do Hospital do Câncer, Ecodescarte, Teoria Verde e Carvalima Transportes, tendo como realizadores todos os voluntários, grupos, instituições e empresas parceiras em mais de 20 cidades do Estado.

Programa A3P

A cultura do descarte consciente já é rotina dos servidores da CGE e dos que frequentam o órgão desde quando a Controladoria aderiu ao Programa A3P no ano de 2016.

Desde então, vem sendo realizadas diversas campanhas de doação de materiais recicláveis, que se tornaram possíveis pelo esforço e adesão dos servidores da CGE e das Unidades Setoriais instaladas no prédio.

São várias ações contínuas executadas pelo Programa A3P, como a instalação de lixeiras de coleta seletiva e incentivo ao consumo responsável de papel nas atividades administrativas (uso de pendrive, impressão em frente e verso das folhas etc). 

Os resíduos orgânicos também fazem parte da pauta da CGE. Está na etapa final o processo de aquisição da máquina de compostagem para transformar o material em adubo.

O Programa A3P tem como objetivo minimizar impactos socioambientais das atividades governamentais, construir uma cultura institucional que possibilite a melhoria da qualidade no trabalho, promover a gestão adequada de resíduos e combater o desperdício.

Demais pontos de arrecadação da campanha LEVE em Cuiabá e Várzea Grande:

Cuiabá

  • Controladoria Geral do Estado (CGE/MT) – Rua Júlio Domingos de Campos s/n, Centro Político Administrativo, Complexo Paiaguás
  • Hospital de Câncer de Mato Grosso – AV. do CPA
  • Ecodescarte – Rua Miranda Reis, 151, Poção 
  • Central de Reciclagem – Av. Dr Meirelles, 2231, Tijucal (acesso pela Av. das Torres) 
  • Pantanal Shopping – Av. do CPA (Espaço Sustentabilidade)
  • Lions Clube Cuiabá Norte – Rua Professor João Félix, 301, Lixeira
  • Associação dos Moradores do JD. das Américas – Sede
  • Supermercado Fort – Miguel Sutil
  • Supermercado Comper – CPA 2

Várzea Grande

  • Reciclate  – Rua Cuiabá, (Pampulha), número 3, bairro 23 de setembro 
  • Multpapel – Rua Oceano Índico, Santa Isabel 
  • Supermercado Comper – Santana, Cristo Rei e Jardim dos Estados. 

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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