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Banco Mercantil do Brasil: referência de excelência na satisfação da clientela

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Fundado em 03 de maio de ​1943, em Minas Gerais, o Mercantil do Brasil é hoje o único banco de varejo com Certificação ISO 9001 pela qualidade no atendimento a beneficiários do INSS, um de seus públicos de relacionamento, na agência que é considerada a Agência Matriz da Instituição. Foi considerada, novamente, a melhor empresa para se trabalhar em Minas e uma das melhores do país pelo Great Place To Work 2019.​​
Com atuação em investimento, crédito, corretagem de seguros, câmbio, distribuição de valores e intermediação de títulos e valores mobiliários, conta com uma equipe totalmente preparada para atender clientes PF e PJ com segurança, transparência, simplicidade, eficiência e proximidade.

Créditos: Banco Mercantil do Brasil

O Mercantil é uma instituição referência no pagamento de benefícios do INSS por ter vencido, em 2010, o primeiro leilão do INSS, tornando-se a instituição pagadora de benefícios em Minas Gerais e no interior de São Paulo. Com isso, lançou um modelo de atendimento exclusivo, com estrutura física adaptada, equipe especializada e produtos e serviços específicos para esse público.​​ A qualidade no atendimento é tão valorizada, que a empresa aderiu voluntariamente ao Sistema de Autorregulação Bancária em 2009.

NOSSOS VALORES:

a) Vivemos o cliente. Nossa razão de existir;

b) Gente é o que move a gente. Nossa simplicidade aproxima. Cultivamos relações duradouras; Valorizamos o bem-estar de uma vida equilibrada;

c) Brilho nos olhos. Nossa paixão contagia. Inspiramos pelo exemplo. A gente vai lá e faz;

d) Diferenças somam. Promovemos inclusão e diversidade. Visões diferentes rendem melhores entregas. Compartilhamos experiências e conhecimentos;

e) Resultado consistente é resultado sustentável. Inovamos com simplicidade e eficiência. Nos superamos a cada desafio;

f)  Ética sempre.

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Durigan defende que Brasil deve ampliar relações comerciais

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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu nesta segunda-feira (17) a estratégia de abertura do comércio de produtos brasileiros para outros países. 

Segundo ele, outros governos e investidores olham para o Brasil com confiança. “Em um mundo de incertezas, temos de construir o Brasil como um porto seguro, temos de projetar segurança e previsibilidade”, disse ao participar de evento na capital paulista.

Para Durigan, essa abertura deve ser baseada em negociações e não de dependência de um parceiro exclusivo, na Ásia ou na América do Norte, por exemplo.

“[O Brasil] vai fazer o debate sabendo de suas fraquezas e fortalezas”, apontou.

A fala do ministro ocorre no momento de tensão entre Brasil e Estados Unidos. Na semana passada, o governo federal anunciou a abertura formal do processo para avaliar se a imposição unilateral de tarifas por parte dos Estados Unidos (EUA) contra exportações brasileiras será respondida com base na Lei da Reciprocidade Econômica

Aprovada no ano passado, justamente em reação ao primeiro tarifaço do governo de Donald Trump, a Lei nº 15.122 estabelece critérios para suspensão de concessões comerciais em resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que impacte negativamente a competitividade econômica do Brasil.

Medidas fiscais

Durigan também argumentou sobre a adoção de medidas, como bloqueio de orçamento e limite de gastos obrigatórios, para que o país mantenha a estabilidade fiscal. 

“Precisamos manter uma trajetória fiscal, sem desestabilizar”, disse.

Sobre a reforma tributária, o ministro reconhece que pode amedrontar, por impor muitas mudanças. Porém, Durigan acredita que 2027 será um importante ano para a transição, e que, ao final, resultará em um sistema melhor, a médio e longo prazo, para o país. 

A questão dos juros também foi abordada. Durigan afirmou que não há condições de discutir crédito no país sem “juros civilizados”, por, conforme o ministro, serem a “milha final” dos ajustes de médio prazo necessários para o desenvolvimento do país.



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