Mato Grosso
“MDB”: Munrá faz qualquer “negócio” para manter a “vida eterna” na política
Mato Grosso
Da Redação
Mais uma vez, assim como em praticamente todo legado político em Mato Grosso, as ações que caracterizam a dependência de outro para sobrevivência, traçam os próximos caminhos do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), porém, para salvar apenas o mandato de um agente político.
Reza a lenda na política em Mato Grosso, que quando se aproxima o período de campanha eleitoral, aquele que apresenta uma imagem frágil, envelhecido, sem oferecer perigo para alguém, mais parecendo um bom velhinho, invoca os “antigos espíritos do mal, transformando essa forma decadente, em Munrá, o de vida eterna”.
Como “Munrá” historicamente é conhecido por alugar ou até mesmo vender o partido, desta vez não seria diferente, segundo informações de bastidores, o que já estava ruim, ficou pior, porque “Munrá” já teria sacrificado todos os integrantes, para manter a sua “Vida Eterna” na política.
Como o MDB devido ao racha revelado em 2020, se mostra sem condições de encabeçar uma candidatura própria nas próximas eleições de 2022, o “Munrá” está utilizando de sua experiência, somada a sapiência, criando uma verdadeira “cortina de fumaça” entre os correligionários, que na sua maioria, não enxergam o desespero das lideranças do partido, para sobreviver na política.
Historicamente, com poucas exceções, os integrantes do MDB ocupam os lugares das “Rêmora”, seguindo ao redor dos “tubarões”, porém, antes o pouco que sobrava, dava para muitos, mas agora, o trabalho que vem sendo desenvolvido nos bastidores, possui características de alimentar apenas um.
Mesmo que seja por detrás das cortinas, em sigilo, o desespero no núcleo do partido é visto pelos mais atentos, já que a sigla tem representantes na Assembleia Legislativa e Câmara dos Deputados.
O grande questionamento que fica entorno das movimentações do partido, é se vale mesmo a pena sacrificar um grupo todo, para garantir apenas uma vaga de deputado federal.
E viva a “vida eterna de Munrá”, qual é o preço do MDB?
Foto: Divulgação/Facebook
Mato Grosso
TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.
A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.
O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.
“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.
A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.
“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.
Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.
O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.
Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.
-
Cidades6 dias atrásPivetta cobra providências de prefeita após vídeo de diretor do DAE recebendo dinheiro
-
Política4 dias atrásEleições: propaganda eleitoral começa neste domingo
-
Cidades5 dias atrás“Não venham dizer que é eleitoreira”, dispara Wellington sobre operação contra Mauro
-
Cidades6 dias atrásSinfra avança na compra de equipamentos para Aliança pela Água em VG, afirma Pivetta
-
Política7 dias atrásSenado celebrará criação da Frente Parlamentar pela Paz Mundial
-
Política6 dias atrásCMO aprova crédito extra para atender vítimas de desastres climáticos
-
Política5 dias atrásMP visa combate à fome de populações afetadas por mudanças climáticas
-
Política6 dias atrásApós acordo, redução de tributos sobre combustíveis vai à sanção


Você precisa estar logado para postar um comentário Login