Mato Grosso
“MDB”: Munrá faz qualquer “negócio” para manter a “vida eterna” na política
Mato Grosso
Da Redação
Mais uma vez, assim como em praticamente todo legado político em Mato Grosso, as ações que caracterizam a dependência de outro para sobrevivência, traçam os próximos caminhos do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), porém, para salvar apenas o mandato de um agente político.
Reza a lenda na política em Mato Grosso, que quando se aproxima o período de campanha eleitoral, aquele que apresenta uma imagem frágil, envelhecido, sem oferecer perigo para alguém, mais parecendo um bom velhinho, invoca os “antigos espíritos do mal, transformando essa forma decadente, em Munrá, o de vida eterna”.
Como “Munrá” historicamente é conhecido por alugar ou até mesmo vender o partido, desta vez não seria diferente, segundo informações de bastidores, o que já estava ruim, ficou pior, porque “Munrá” já teria sacrificado todos os integrantes, para manter a sua “Vida Eterna” na política.
Como o MDB devido ao racha revelado em 2020, se mostra sem condições de encabeçar uma candidatura própria nas próximas eleições de 2022, o “Munrá” está utilizando de sua experiência, somada a sapiência, criando uma verdadeira “cortina de fumaça” entre os correligionários, que na sua maioria, não enxergam o desespero das lideranças do partido, para sobreviver na política.
Historicamente, com poucas exceções, os integrantes do MDB ocupam os lugares das “Rêmora”, seguindo ao redor dos “tubarões”, porém, antes o pouco que sobrava, dava para muitos, mas agora, o trabalho que vem sendo desenvolvido nos bastidores, possui características de alimentar apenas um.
Mesmo que seja por detrás das cortinas, em sigilo, o desespero no núcleo do partido é visto pelos mais atentos, já que a sigla tem representantes na Assembleia Legislativa e Câmara dos Deputados.
O grande questionamento que fica entorno das movimentações do partido, é se vale mesmo a pena sacrificar um grupo todo, para garantir apenas uma vaga de deputado federal.
E viva a “vida eterna de Munrá”, qual é o preço do MDB?
Foto: Divulgação/Facebook
Mato Grosso
Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri
Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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