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VG: vereador Mauro da Saúde quer revitalizar Parque da Lagoa do Jacaré

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Vereador salientou o potencial turístico disponível e “ainda não observado” em Várzea Grande que, na sua opinião, é natural gerador de emprego e renda ao município. “A indústria do turismo é uma das maiores do mundo. Revitalizado, o Parque da Lagoa do Jacaré pode se tornar adendo econômico, ofertando mais um ponto de visitação do município; isto vai agregar investimentos diversos no seu entorno. Nosso projeto vê isso bem lá na frente, e assim estamos firmes nessa luta…”

 

Da Redação – O vereador várzea-grandense Mauro da Saúde, liderança comunitária do Grande Cristo Rei, e autor do projeto de revitalização do Parque da Lagoa do Jacaré, disse que o município desfruta de estrutura promissora também na área turística, o que incentiva a implementação de investimentos sequenciais em infraestrutura em áreas verdes, ainda virgens. Daí seu empenho, justificou, para que o Parque da Lagoa do Jacaré seja revitalizado e se torne atrativo ponto de visitação, recreio e atividades turísticas no município. Projeto já na pauta de discussão de técnicos da UFMT, com reunião agendada para dia 19 próximo, adiantou.

“O mais importante é abrir leque contínuo de investimentos turísticos em Várzea Grande, aproveitando o potencial disponível. Com a dinâmica implementada na gestão Kalil, não tenho dúvidas de que isso se tornará rotina no município. Agora, por exemplo, a Prefeitura de VG, via Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, deu início ao projeto de elaboração de viveiro no Parque Bernardo Berneck. Realmente, essa iniciativa vai otimizar as ações de arborização em vários pontos do município e nas escolas, como os projetos Reverdejando Várzea Grande e Plantar e Cuidar, além de intensificar as doações de mudas para plantio, que já acontecem ao longo do ano, via Empaer-MT”.

Projeto Rendeiras também na pauta

Mauro da Saúde ainda vem trabalhando para criar a Associação das Rendeiras de Limpo Grande, espaço que comportará os trabalhos desse segmento. “Devemos conseguir implantar a sede da entidade ao lado do Posto de Saúde do Limpo Grande. Os recursos para sua criação estão assegurados via emenda parlamentar do presidente do Legislativo Estadual, Max Russi. Trata-se de antiga aspiração de quem trabalha na confecção de redes e similares em Várzea Grande. Todos os profissionais terão, assim, um lugar para produzir, expor e comercializar sua produção. É mais um projeto que desenvolvemos para melhor amparar nossos conterrâneos”.

 

 

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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