Política
Avallone entrega Medalha do Mérito a empresários da indústria
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Ulana Maria Bruehmueller Borges e Edgar Teodoro Borges receberam a honraria concedida pelo Parlamento estadual
Da Redação
O deputado Carlos Avallone (PSDB) entregou, nesta sexta-feir (28), medalhas do Mérito Industrial a dois representantes do segmento. Considerando a relevância das contribuições que ao longo das últimas décadas estes profissionais vêm dando ao desenvolvimento de Mato Grosso, o deputado propôs e o plenário da Assembleia Legislativa aprovou a concessão das honrarias.
A Medalha do Mérito Industrial foi instituída pelo Poder Legislativo através da resolução número 6.314, de 2019, a partir de uma proposta de Avallone, com o objetivo de homenagear personalidades que merecem o reconhecimento público pelos relevantes serviços prestados ao setor industrial.
Avallone lembrou que hoje a indústria é uma atividade propulsora do desenvolvimento sócio-econômico do estado, gerando arrecadação para o estado e emprego e renda para milhares de pessoas.
Este ano, como parte das comemorações do Dia da Indústria, comemorado em 25 de maio, foram homenageados a senhora Ulana Maria Bruehmueller Borges e o senhor Edgar Teodoro Borges. Ulana é catarinense de Jaraguá do Sul, casada, mãe, avó e mato-grossense de coração. Graduou-se em serviço social, pela Fucmat/MS, em Gestão Comercial pela Unic/MT com pós- graduação em Gestão de Negócios pela FEA/USP.
Teve expressiva atuação em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, onde trabalhou no SESI como assistente social e gerente do Centro Assistencial de Campo Grande.
Mas foi como gestora da maior exportadora de bebidas de Mato Grosso, a Refrigerantes Marajá, que Ulana fez história. Foi gerente da unidade de Rondonópolis, gerente comercial da região metropolitana de Várzea Grande e diretora de marketing. Também coordenou as gerências comerciais da Capital e do interior, promovendo a expansão para municípios vizinhos.
Quando a empresa foi transformada em sociedade anônima, assumiu a diretoria executiva. Atualmente dirige as atividades da Refrigerantes Marajá, com sede em Várzea Grande, da Água Mineral Brunado Mineração com sede no distrito de Celma, em Jaciara e a Disbenorte, um centro de distribuição com sede em Sinop.
A Refrigerantes Marajá é uma indústria regional que orgulha Mato Grosso, sendo pioneira na fabricação e distribuição de refrigerantes, sucos e bebidas de frutas, atuando aqui, em Mato Grosso do Sul, Rondônia, Acre, Amazonas e exportando para países como a Bolívia e Paraguai.
Mostrando seu compromisso com a comunidade em que se insere, em 2004 a empresa inaugurou o primeiro Centro de Inclusão Digital de Mato Grosso em parceria com a secretaria de Trabalho, Ong Sara Nossa Terra e Banco do Brasil, para promover a inclusão digital de moradores dos bairros vizinhos à sua matriz. A empresa também desenvolve programas ambientais e estimula o esporte, além de realizar anualmente um grande mutirão de prestação de serviços nas áreas de saúde, educação, lazer e cultura.
Avallone destacou que Ulana Maria Bruehmueller Borges também teve atuação como dirigente da FIEMT, onde foi diretora por dois mandatos entre 2012 a 2015, e diretora financeira de 2019 a 2022. Atuou também como vice-presidente e presidente do Conselho de Responsabilidade Social da federação.
Construção Civil
Já o empresário Edgar Teodoro Borges, nasceu na cidade de Alto Garças (MT). É graduado em Economia e Tecnólogo em Cooperativismo pela Universidade Federal de Mato Grosso. Foi sócio diretor da empresa Agrimat Engenharia e é sócio diretor das empresas Construtora Agricon, Construtora Agrienge, PCT Participações e Guarita Empreendimentos Imobiliários.
Atua há 44 anos como empresário no setor da construção pesada, com vasta experiência em administração, gerência comercial e diretoria de operações. É também empresário pecuarista do agronegócio. Edgar Teodoro Borges é representante ativo do Sindicato da Indústria da Construção Pesada de Mato Grosso desde a gestão de 1998, tendo sido eleito presidente por duas gestões consecutivas de 2001 a 2007 e vice presidente nas demais gestões.
Com posição de destaque no sistema ‘S’, Edgar foi Conselheiro Representante das Atividades Industriais no Conselho Regional do SENAI/MT e é vice presidente da FIEMT desde a gestão de 2007 até os dias atuais.
Em 2019, representou a indústria mato-grossense na entidade nacional do segmento, a Confederação Nacional da Indústria. Edgar atuou como conselheiro representante da FIEMT no Conselho Temático da Indústria de Defesa e Segurança da CNI. Também atuou como delegado representante da Confederação Nacional da Indústria na gestão de 2012/2015.
“Temos aqui dois representantes legítimos da pujança da indústria mato-grossense, que orgulham Mato Grosso por suas qualidades pessoais, pela reconhecida capacidade profissional e dedicação à representação da indústria regional”, disse Avallone na entrega das medalhas.
Política
Candidaturas femininas ao Senado crescem e chegam a todos os estados
O número de mulheres na disputa por uma vaga no Senado chegou a 69 nas eleições deste ano. O total supera o registrado nas duas eleições anteriores: em 2022, 58 mulheres se candidataram ao cargo e, em 2018, foram 62. Em 2026, 54 das 81 cadeiras do Senado estarão em disputa, com a eleição de dois representantes por estado e pelo Distrito Federal.
Dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram um crescimento de 19% no número de candidatas em relação às eleições de 2022. Na comparação com 2018, última eleição em que também foram renovados dois terços das cadeiras do Senado, o aumento é de 11,3% (veja ilustração abaixo).
Apesar do aumento de candidatas em números absolutos, a participação proporcional das mulheres na disputa não é a maior das últimas três eleições. Em 2026, elas representam 22% das candidaturas ao Senado, enquanto os homens correspondem a 78%.
Em 2022, quando apenas um terço das cadeiras estava em disputa, as 58 candidatas representaram 23,9% do total. Já em 2018, as 62 mulheres correspondiam a 17,6% das candidaturas registradas ao Senado.
Estados
As candidaturas femininas estão presentes nos 26 estados e no Distrito Federal. A maior quantidade está concentrada em três estados: Rio Grande do Norte, Santa Catarina e São Paulo. Há cinco mulheres na disputa pelo Senado em cada um desses estados.
Na outra ponta, Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Sergipe e Tocantins têm apenas uma mulher entre os candidatos ao Senado.
Apesar das diferenças entre as unidades da Federação, esta é a primeira vez, comparando os números desde 2014, que todos os estados têm ao menos uma candidata. Na eleição de 2018, por exemplo, Acre, Bahia e Tocantins não tinham mulheres na disputa pelo Senado.
Regra dos 30%
Mesmo com apenas 22% de candidaturas femininas ao Senado este ano, o percentual está de acordo com a cota de gênero prevista na legislação eleitoral. Cada partido ou federação deve preencher o mínimo de 30% e o máximo de 70% das candidaturas com pessoas de cada gênero. Entretanto, isso vale apenas para eleições para deputados federais, estaduais e distritais (eleições proporcionais). Para o Senado (eleição majoritária), a regra não se aplica.
As campanhas femininas, no entanto, seguem regras específicas de financiamento eleitoral. A Constituição Federal determina que os partidos devem destinar, no mínimo, 30% dos recursos de campanha e do tempo de rádio e TV às mulheres. Além disso, se a proporção de candidatas for superior a 30%, a distribuição do dinheiro e do tempo de rádio e TV deve acompanhar esse percentual.
Reeleição
Atualmente a bancada feminina é composta por 15 senadoras. Entre as candidatas deste ano, quatro senadoras eleitas em 2018 buscam permanecer na Casa por mais oito anos: Leila Barros (PDT-DF), Eliziane Gama (PSD-MA), Soraya Thronicke (PSB-MS) e Zenaide Maia (PSD-RN).
Também está na disputa Margareth Buzetti, de Mato Grosso. Suplente na chapa eleita em 2018, ela assumiu o mandato no decorrer da atual legislatura e agora disputa o cargo como titular.
De volta ao Senado
Entre as candidatas também estão mulheres que já exerceram mandato em legislaturas anteriores e tentam retornar ao Senado. Entre elas estão Rose de Freitas (MDB-ES), Roseana Sarney (MDB-MA), Gleisi Hoffmann (PT-PR), Benedita da Silva (PT-RJ), Marina Silva (Rede-SP) e Simone Tebet (PSB-SP).
Rose de Freitas e Simone Tebet exerceram mandatos entre 2015 e 2023. Gleisi Hoffmann representou o Paraná no Senado entre 2011 e 2019.
Roseana Sarney foi senadora pelo Maranhão entre 2003 e 2011, período em que deixou o mandato para assumir o governo estadual. Benedita da Silva representou o Rio de Janeiro no Senado na década de 1990. Marina Silva exerceu dois mandatos consecutivos pelo Acre, de 1995 a 2011. Neste ano, no entanto, disputa uma das vagas por São Paulo.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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