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154 anos de VG: prefeito Kalil Baracat destaca avanços do município

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Várzea Grande está em plena comemoração dos seus 154 anos, natalício oficializado neste sábado, dia 15. Conforme gestores atuais e da ala parlamentar federal e estadual, o município tem muitas histórias para contar. “Trajetória repleta de determinação vitoriosa”, enfatizam.

Da Redação

Para o atual prefeito várzea-grandense, Kalil Baracat, cuja família possui raízes tradicionais e de forte militância política no município/Estado, os 154 anos de fundação de Várzea Grande sintetizam história de luta heroica, o que culminou com espontâneo ritmo desenvolvimentista. Baracat enfatizou se sentir privilegiado por poder sequenciar idêntico trabalho político/administrativo em prol da cidade e dos seus munícipes.

Na sua opinião, ser prefeito várzea-grandense é uma honra concedida pelos conterrâneos, em função do grande apego que sua família sempre teve com seu torrão natal, a exemplo da professora Sarita Baracat, ex-prefeita, e do deputado estadual Nico Baracat, seu pai [ambos já falecidos]. “Herdei deles esse amor extremado por minha cidade e seu povo. Não vou decepcioná-los nem aos meus conterrâneos: VG tem garantias do meu incondicional apoio e incansável empenho de trabalho à frente da Prefeitura”.

Com visível desenvoltura, o atual gestor do município vem efetuando uma série de realizações destacadas à frente do Paço Municipal, principalmente no âmbito da Saúde e Educação. Kalil afirma se sentir confortável por fazer o que mais gosta: trabalhar pelo município natal e por aqueles que tanto ama. E agradece os parceiros institucionais e privados por auxiliá-lo a sequenciar o trabalho da ex-prefeita Lucimar Campos.  

“Cresci feliz nas ruas dessa cidade maravilhosa, onde tenho parentes e uma legião de amigos; pessoas que também considero próximas, pela longa convivência. Passo a passo, assisti VG avançar rumo a patamares progressistas, e hoje aplaudo VG pelo que representa para seus filhos e para o mundo. É município de forte teor folclórico/cultural, cujo povo aguerrido sempre estende abraço fraternal aos seus visitantes. Enfim, é algo emocionante poder retribuir um pouco de tudo que VG sempre fez por todos nós…”

“Várzea Grande está de parabéns por ser tão maravilhosa…”

Kalil analisa ainda que os reflexos da pandemia “trouxe um novo olhar e modo de pensar no ritmo de vida várzea-grandense”, mas sem afetar seu potencial caloroso, enfatiza. Por maior que seja o desafio, prospecta o prefeito, a população de VG se mantém fortalecida e pronta a auxiliar a seu próximo. “A religiosidade dos seus habitantes se alia naturalmente à fé geral cultuada pelo nosso povo para desequilibrar essa corrente de positivismo que o várzea-grandense possui. Várzea Grande está de parabéns pelo seu natalício e por ser tão maravilhosa!”.

 

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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