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Vacina Solidária já distribuiu mil cestas de alimentos e continua com arrecadação forte

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Vacina Solidária já distribuiu mil cestas de alimentos e continua com arrecadação forte

Da Redação

A campanha Vacina Solidária, coordenada pelo Núcleo de Apoio à Primeira-dama, já destinou  mil cestas de alimentos para diversas famílias em vulnerabilidade social em Cuiabá. Na entrega realizada, nesta quinta-feira (12), foram entregues em torno de 200 cestas para Associação de Pacientes Oncológicos de Cuiabá (Apooc) e Associação de Guias de Turismo de Cuiabá.

Segundo a primeira-dama Márcia Pinheiro, a intenção é distribuir as cestas semanalmente para as famílias apontadas pela Prefeitura de Cuiabá, por meio de mapeamento de vulnerabilidade social constante no banco de dados das pastas de Assistência Social, Mulher e outras secretarias como, por exemplo, a de Turismo que indicou a categoria de guias turísticos.

“Quero agradecer à prefeitura e à primeira-dama que não mediram esforços para nos ajudar nessa situação que estamos nos passando, pois o profissional de guia de turismo foi aquele que foi um dos afetados porque senão temos público, não temos de onde tirar nosso sustento. Portanto, nosso muito obrigado”, elencou Suzy Miranda, presidente do Sindicato dos Guias Turísticos.

As entregas tiveram início na última semana quando o montante de arrecadação chegou a 1 tonelada de alimentos, em menos de 1 mês de campanha. As doações continuam a todo vapor, tanto nos cinco pontos de vacinação quanto nas provenientes de instituições e grupos de pessoas.

Nessa modalidade, a primeira-dama recebeu quase 50 cestas doadas pelos servidores da Central de Regulação do Município, ligada à Secretaria de Saúde. Os profissionais da pasta de Mobilidade Urbana também destinaram alimentos, além de empresas, instituições e outros grupos organizados.

“Pedimos a população e aqueles que podem doar que sejam solidários e ajudem aquelas pessoas que precisam desse alimento, pois muitas perdem seus empregos, sua renda familiar e estão com muita dificuldade para o sustento dos filhos e da família”, reforçou a primeira-dama.

Os pontos de doação funcionam nos seguintes locais:  Centro de Eventos do Pantanal, Sesi Papa, Sesc Balneário, Universidade Federal de Mato Grosso e Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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