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Trincheira Santa Rosa será totalmente interditada por cinco dias

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Da Redação

 

A parte interna da trincheira Santa Rosa, localizada na avenida Miguel Sutil, em Cuiabá, será totalmente interditada a partir das 22h desta quarta-feira (29.11), até a próxima segunda-feira (04.12). O bloqueio será necessário para implantação de 36 vigas de aço e outras 300 de alumínio, utilizadas na construção de lajes previstas no projeto. Na terça-feira (05.12), o tráfego será liberado em uma pista para cada sentido da via.

A medida foi tomada pela empresa Concremax Engenharia, responsável pelos serviços, sob supervisão e orientação da Secretaria de Estado das Cidades (Secid-MT), com apoio e autorização da Secretaria de Mobilidade Urbana de Cuiabá (Semob). A sinalização da obra também será reforçada durante o período de bloqueio.

De acordo com secretário adjunto de Obras da Baixada Cuiabana, Josemar Sobrinho Araújo, a obstrução total será necessária para garantir a segurança no local. “Essas vigas serão implantadas sobre a pista e pode haver riscos de acidente. Para evitar qualquer eventualidade, a empresa Concremax solicitou o fechamento total do ‘mergulho’ (parte interna) e a Semob autorizou a operação. Tudo visando a segurança dos trabalhadores e da população que passa pelo local”, explicou.

Os trabalhos para conclusão da trincheira iniciaram em setembro e seguem com ritmo acelerado. Desde o início de novembro a estrutura conta com interdição parcial na parte de baixo (mergulho) para garantir a colocação do escoramento metálico que dará suporte para a construção de lajes, que garantirá a implantação de acessibilidade (passarelas de pedestres) e paisagismo no local.

A obra contempla os serviços deixados pela construtora anterior, como reparo nas paredes da trincheira, pavimentação e trabalhos complementares de acessibilidade e sinalização, que vão melhorar a trafegabilidade de pedestres e veículos. Entre os itens de acessibilidade previstos estão a instalação de faixa de pedestre, rampa para cadeirante, piso tátil e plataforma elevada. Também serão instaladas as sinalizações vertical e horizontal.

A empresa cuiabana Concremax foi contratada com dispensa de licitação após a realização de três certames fracassados. A contratação direta realizada pela Secid-MT está fundamentada no artigo 24, inciso V, da Lei de Licitações (nº 8.666/93) e a homologação circulou no Diário Oficial do dia 12 de setembro deste ano. O custo estimado ficou em R$ 4,99 milhões.

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Servidores da Corregedoria concluem curso de mediação e conciliação

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Dez servidores do Departamento de Apoio aos Juizados Especiais (Daje) e assessores de gabinetes da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT) concluíram o Curso Básico de Mediação e Conciliação Judiciais. A capacitação desenvolveu conhecimentos teóricos e práticos sobre mediação e conciliação judiciais, para a atuação autocompositiva no âmbito judicial.

O gestor de capacitação e avaliação do Nupemec, Carlos Campelo é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos e barba grisalha, veste camisa polo escura. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Segundo o gestor de capacitação e avaliação do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), Carlos Campelo, a formação contribui para ampliar a cultura do diálogo e da solução consensual de conflitos.

“As técnicas aprendidas durante a capacitação não se restringem ao ambiente de trabalho e podem ser aplicadas em diversas situações do cotidiano. Quando mais profissionais estiverem atuando nessa área, sejam servidores ou sociedade em si, mais pessoas irão conseguir resolver seus conflitos com diálogo, pois o primeiro passo para que isso ocorra é saber se comunicar”, afirmou.

A diretora do Daje, Shusiene Machado, é uma mulher de pele clara, cabelos castanhos lisos na altura dos ombros, veste blazer cinza sobre blusa da mesma tonalidade e usa colar com pingente em formato de cruz. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A diretora do Daje, Shusiene Tassinari Machado, destacou que a capacitação contribuiu para ampliar o conhecimento da equipe sobre os mecanismos consensuais de resolução de conflitos e irá fortalecer o apoio às atividades desenvolvidas pelos Juizados Especiais.

“Esse curso será um divisor de águas na nossa atuação, na gestão dos conciliadores credenciados que atuam nos processos judicias dos Juizados Especiais. Pois agora compreendemos não apenas a parte administrativa, mas também a teoria e a prática da mediação judicial”, explicou.

Curso – A capacitação foi dividida em duas etapas. A parte teórica, realizada presencialmente entre 24 e 28 de setembro de 2025, com carga horária de 40 horas e que incluiu simulações práticas de audiências de mediação. E a segunda etapa, o estágio supervisionado realizado entre fevereiro a junho deste ano, pela plataforma Microsoft Teams, com 60 horas práticas com casos reais.

Ana Tereza Pereira Meira, instrutora de mediação e justiça restaurativa, é um mulher de pele clara, cabelos longos castanho-claros, veste blusa sem mangas em tom claro com detalhes escuros e usa brincos discretos. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A instrutora de mediação e justiça restaurativa, Ana Tereza Pereira Meira, responsável pelo acompanhamento da etapa prática, destacou que a formação proporciona mudanças que refletem diretamente no atendimento prestado à população. “A pessoa que faz um curso de mediação, se torna diferente. Os alunos aprendem uma comunicação melhor, uma comunicação mais harmônica e isso ajuda no atendimento do público e do Poder Judiciário”, disse.

O gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos, veste camisa social amarela de mangas longas. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Para o participante da capacitação, o gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa, a formação proporcionou uma compreensão melhor da realidade dos conciliadores e juízes leigos que atuam nos Juizados Especiais. “Antes a gente trabalhava mais sob a perspectiva administrativa, agora nós sabemos exatamente como funciona, quais os desafios e isso contribuirá para o nosso trabalho de apoio e gestão”, pontuou.

O treinamento é uma iniciativa da CGJ-MT, com apoio da Escola dos Servidores e do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Autor: Larissa Klein

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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