Mato Grosso

Trabalhadores do Aterro Sanitário recebem cobertores da campanha “Aquece Cuiabá”

Publicado em

Mato Grosso

Para mais informações acesse: www.aquececuiaba.com.br

Da Redação

A Secretaria de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência, da Prefeitura de Cuiabá, mantém um serviço de abordagem e acompanhamento dos trabalhadores do Aterro Sanitário, na capital. A entrega de refeições e cobertores da campanha Aquece Cuiabá, idealizada pela primeira-dama do município, Márcia Pinheiro, são ações executadas pelas equipes. Com a pandemia causada pelo coronavírus, as ações foram ampliadas para atendimento a população em situação de vulnerabilidade social nesse momento da maior crise sanitária.

Dados da Secretaria apontam que anteriormente a pandemia, a média diária de distribuição era de 150, mas o quantitativo foi ampliado a 250 refeições, conforme apontamento repassado pela coordenação do local.  “Fazemos esse trabalho de amor ao próximo com muito prazer. Sabemos que cabe ao poder público atender essas pessoas carentes e a gestão Emanuel Pinheiro possui todo esse cuidado, esse carinho”, explica Márcia.

Além do Aterro, diariamente a equipe percorre os principais pontos de concentração da população em situação de rua e de extrema vulberabilidade, como Beco do Candeeiro, Praça do Porto, Rodoviária e Centro para entrega de 450 refeições/dia.

“Quando muda o clima, a população já sabe que a Prefeitura realiza a entrega desses cobertores da campanha Aquece Cuiabá. É muito gratificante perceber que de uma forma ou de outra, estamos contribuindo para oferecer dignidade a essas pessoas que dependem do poder público. Graças ao empenho do nosso prefeito Emanuel Pinheiro e da primeira-dama estamos mantendo a tradição, oferecendo acalento para os cuiabanos acostumados com o clima quente de Cuiabá”, acrescentou a secretária municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência, Hellen Ferreira.

AQUECE CUIABÁ– A forma de doação segue como as edições anteriores sendo possível ser feita online, via o site da campanha (www.aquececuiaba.com.br), ao preço de R$ 12,99 por cobertor já com frete e impostos inclusos. A opção via internet foi promovida, ainda em 2017, em razão do comércio local não oferecer estoque suficiente para atender a demanda, além de oferecer alternativa de menor custo aos doadores.

No total, as doações também poderão ser feitas em três pontos da cidade. No Supermercado BigLar (Miguel Sutil) e Jardim das Américas e um ponto de coleta no Palácio Alencastro.

Para mais informações acesse: www.aquececuiaba.com.br.

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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