Mato Grosso
Prefeita de Santo Antônio destaca importância do Ser Família Emergencial
Mato Grosso
“Agradecemos a nossa primeira-dama Virginia Mendes, mulher de força que ajuda nossa população”, declarou a prefeita de Santo Antônio de Leverger, Francieli de Magalhães Arruda
Da Redação
Durante entrega dos cartões do Programa Ser Família Emergencial, realizado no último sábado (08.05), no município de Santo Antônio de Leverger (distante a 35 km de Cuiabá), a prefeita Francieli Magalhães de Arruda agradeceu e destacou a realização do brilhante projeto social idealizado pela primeira-dama Virginia Mendes, nesta ação solidária para colocar comida na mesa de várias famílias neste momento de dificuldade agravado pela pandemia da Covid-19.
“Estamos imensamente felizes em saber que o Governo de Mato Grosso está presente aqui em Santo Antônio de Leverger para trazer auxílios. Agradecemos muito a nossa primeira-dama Virginia Mendes, mulher de força que ajuda nossa população. Quero parabenizar por ela ser essa pessoa de fibra que vai ao encontro das pessoas, acompanha de perto a realidade e cria projetos de ajuda social”, declarou a prefeita.
A realização deste projeto vai ajudar cerca de 100 mil famílias, nos 141 municípios de Mato Grosso, que já podem comprar alimentos em mais de 500 supermercados das redes credenciadas.
Para tornar este projeto uma realidade, a primeira-dama, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), fez uma parceria com Assembleia Legislativa de Mato Grosso que repassou R$ 10 milhões para contribuir com o auxílio, mais R$ 50 milhões do Estado e R$ 15 milhões em emendas do senador Jayme Campos, totalizando R$ 75 milhões destinados para a realização desta importante ação social.


Créditos: Jana Pessôa – Setasc – MT
O presidente da ALMT, deputado Max Russi, declarou que “ficamos muito feliz de ajudar essas famílias nas vésperas do Dia das Mães. Todos os necessitados estão recebendo este benefício desta importante ação do Governo do Estado, liderado pela primeira-dama Virginia Mendes que tem o apoio pela Assembleia”.
O resultado deste projeto chegou para dona Leidy Lilian da Silva, 31 anos, a manicure desempregada, moradora de Santo Antônio de Leverger, estava feliz e também agradeceu a iniciativa da primeira-dama, logo após receber o seu cartão que vai garantir a compra de alimentos para o almoço deste domingo (09.05), no Dia das Mães.
“Este benefício vai ajudar bastante, pois a situação é difícil para conseguir trabalho. Com essa ajuda da primeira-dama, eu vou conseguir sair do sufoco, pois sou mãe de quatro filhos, não é fácil. O meu almoço de Dia das Mães está garantido, muito obrigado primeira-dama, eu desejo força para senhora continuar, Deus está na sua frente para abençoar sempre”, declarou Leidey.
Todas as famílias beneficiadas pelo programa SER Família Emergencial recebe uma ajuda de custo no valor R$150 reais, pelo período de cinco meses para compra de alimentos nos mais de 500 supermercados credenciadas.
Mato Grosso
TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.
A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.
O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.
“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.
A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.
“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.
Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.
O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.
Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.
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