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“Vacinar maciçamente a população é o caminho seguro para nosso amanhã”, diz Fábio Tardin

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Presidente Fabinho [Câmara de Várzea Grande] entende que vacinação maciça contra a covid-19 representa o único caminho confiável para debelar a força letal do vírus, responsável por ceifar centenas de milhares de vidas no Brasil e mundo afora. “Mato Grosso ainda chora por suas vítimas todos os dias. Nossa esperança é de que tudo isso acabe logo; as mortes já começaram a reduzir”, sublinha

Da Redação

Ouvido hoje (6) a respeito da vacinação contra covid-19 em VG e em nível estadual, o presidente da Legislativo várzea-grandense, vereador Fábio José Tardin – Fabinho (DEM), disse estar bastante otimista, levando-se em conta a quantidade de vidas perdidas em MT e os índices de redução de mortes, contabilizados recentemente. Na sua avaliação, os últimos balanços da Saúde {referentes ao número de infectados de meses atrás] apontam horizontes concretamente positivos. 

“Podemos já quase respirar mais aliviados, pois balanços recentes trazem maior esperança, com nítidos reflexos de imunização coletiva. É a vacina promovendo recuo na força desse vírus assassino. Estamos “estrangulando-o” diariamente nos Postos de Vacinação armados pelos governos municipal e estadual”.

O vereador citou os hospitais que estão sendo recuperados pelo governo estadual e uma série de providências que o gestor adotou nas duas principais cidades do Estado para impedir que a covid-19 se torne imbatível. “Tínhamos, até há pouco, uma legião de unidades hospitalares inconclusas ou inoperantes por uma série de motivos, que prefiro nem elencar. O governador reformou e operacionalizou a maioria. Outras ainda se encontram em processo de restauração, para se tornarem polos assistenciais em campos distintos da Saúde em futuro breve”.

Fábio Tardin também fez questão de parabenizar os servidores da Saúde pela dedicação demonstrada diuturnamente nesse trabalho. “Graças a eles, estamos preservando mais vidas, e um número incalculável de pessoas – mesmo se livrando da morte – não irá mais sofrer as mazelas dessa doença maldita. Isso se deve ao trabalho empenhado dos gestores e pessoal da Saúde, que vêm se mobilizando para imunizar a população rapidamente, independente de entraves burocráticos e de outra ordem. Estamos, enfim, em pleno curso de uma batalha que assinala bandeira vitoriosa contra a covid-19, cujos comandantes estão no Paço Municipal de Várzea Grande, no Palácio Paiaguás, nas prefeituras interioranas e Casas de Leis dos municípios. Batalhão fortalecido pela vontade de preservar vidas. Vamos vencer, sem dúvidas!”

O titular da Mesa Diretora do Parlamento várzea-grandense destacou que a aprovação do Projeto de Lei nº 64/202′, de sua autoria, que dispõe sobre a prioridade na vacinação de coletores de lixo, garis e outros servidores que atuam na limpeza urbana do município, é um dos dispositivos importantes para fortalecer as providências gerais oficializadas para afastar esse mal da sociedade.

“Aprovar esse projeto era extremamente necessário: os servidores em questão atuam na coleta de lixo residencial e de outras fontes públicas e privadas. Quer dizer: ao manipular o lixo, podem estar sendo infectados. Vaciná-los prioritariamente era essencial. Parabenizo, mais uma vez, meus colegas de Legislativo pela aprovação do projeto. Houve um entendimento sensível sobre isso”.

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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