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Agenda em Sinop: governador entrega cartões de auxílio, inaugura escola e novo complexo de Polícia

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Mauro Mendes cumpre agenda no município do nortão e entrega obras estruturantes

O governador Mauro Mendes cumpre agenda institucional no município de Sinop (477 km de Cuiabá) nesta quarta-feira (05.05), com várias entregas à população do Nortão.

Pela manhã, às 9h, o gestor faz a entrega dos cartões do programa Ser Família Emergencial, iniciativa coordenada pela primeira-dama Virginia Mendes. São 1.631 famílias sinopenses que receberão ajuda de custo de R$ 150 durante cinco meses, como forma de o Estado ajuda-las a comprar alimentos. 

No período da tarde, o governador inaugura a Escola Estadual Professor Djalma Guilherme da Silva, no bairro Jardim das Orquídeas, a partir das 14h30. Com 602 estudantes matriculados hoje, a capacidade da escola será de 1.600 alunos nos três turnos, ampliando de forma significativa a oferta de matrículas tanto no Ensino Fundamental como no Ensino Médio.

Logo após, será entregue o novo complexo que abriga as Delegacias de Sinop. Foram instaladas a Delegacia Regional; 1ª Delegacia de Polícia; Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança, Adolescente e Idoso e Delegacia Especializada de Roubos e Furtos e a Central de Flagrantes. As delegacias têm um espaço amplo e confortável para o trabalho das equipes e atendimento à população. 

Mauro Mendes encerra as atividades no município visitando a União das Entidades de Sinop (Unesin), para uma conversa com os associados. 

Veja o cronograma:

9h –  Entrega dos cartões do programa Ser Família Emergencial
14h – Inauguração da Escola Estadual Professor Djalma Guilherme da Silva
15h30 – Entrega do novo Complexo da Polícia Civil de Sinop
17h – Visita à sede da Unesin

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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