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Secretário César Miranda entrega cartões do Ser Família Emergencial

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Mais de 2.700 famílias serão contempladas nestes municípios e, em todo o Estado, serão mais de 100 mil famílias atendidas, cadastradas no Cadastro Único e que tem renda mensal per capita de R$ 70

Da Redação

O Governo de Mato Grosso realiza nesta quarta-feira (05.05) a entrega dos cartões de auxílio financeiro do Programa Ser Família Emergencial para mais de 2.700 famílias dos municípios de Barra do Bugres, Nova Olímpia e Tangará da Serra.

O ato será desempenhando pelo secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado, César Miranda, que destaca a importância do benefício neste momento de pandemia.

“Este programa é de extrema importância neste momento delicado que estamos vivendo e estas famílias necessitam da ajuda do Estado. A primeira-dama, Virgínia Mendes, juntamente com a equipe da Secretaria de Assistência Social e Cidadania, viabilizou o auxílio que fará diferença na vida destas famílias”, afirma Miranda.

Em todo o Estado serão mais de 100 mil famílias atendidas, cadastradas no Cadastro Único e que tem renda mensal per capita de R$ 70. Cada uma dessas famílias receberá cinco parcelas de R$ 150, sendo a primeira parcela depositada dia 8 de maio.

São mais de R$ 75 milhões que irão ajudar as famílias de Mato Grosso e, para este montante, o Governo contou com o apoio da Assembleia Legislativa e do senador Jayme Campos, por meio de emendas parlamentares.

Nesse momento de pandemia, o Governo do Estado também promoveu a entrega de mais de 400 mil cestas básicas para as famílias necessitadas por meio do projeto Vem ser Mais Solidário, que também é coordenado, de forma voluntária, pela primeira-dama Virgínia Mendes e é uma parceria com associações, entidades, igrejas e prefeituras.

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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