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Governo de Mato Grosso lamenta falecimento da mãe da primeira-dama Virginia Mendes

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Nota de Falecimento

O Governo de Mato Grosso lamenta o falecimento de dona Euridice Gomes da Silva, mãe da primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, nesta segunda-feira (03.05), aos 78 anos, por complicações da Covid-19.

O secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, externou condolências à primeira-dama, ao governador Mauro Mendes e a todos os familiares. Como amigo da família, ele fez questão de destacar o quanto dona Euridice era querida por todos os que a conheciam.

“Dona Euridice foi uma pessoa extremamente alegre, divertida e que fazia questão de agradar a todos. O que ela mais gostava era de reunir a família e ter todos por perto. Estou muito triste com o falecimento dela; eu, e toda minha família, vamos sentir muita falta de ter a companhia dela em nossos encontros. Era uma pessoa muito religiosa e, por isso, tenho certeza de que irá descansar nos braços de Deus. Estamos todos em oração para que Deus dê conforto a Virginia, ao Mauro e aos netos. É uma perda irreparável para toda a família e amigos”, disse Mauro Carvalho.

Divulgação Secom-MT
Arquivo Pessoal

Dona Euridice foi infectada com a Covid-19 em julho de 2020 e travou uma batalha com a doença, permanecendo internada em um hospital de São Paulo por 10 meses. No final de abril, ela recebeu alta hospitalar e retornou para casa em Cuiabá, para continuar o tratamento. Porém, foi reinfectada após 10 dias e, infelizmente, não resistiu às complicações da Covid-19. 

Dona Euridice sempre fez questão de estar próxima da família e deixa a filha Virginia, o genro Mauro e os netos Ana Carolinne, Luiz e Maria Luiza.

Divulgação Secom-MT
Arquivo Pessoal

 

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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