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Juca do Guaraná Filho solicita serviços de tapa-buraco, recapeamento e limpeza em bairros de Cuiabá

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O vereador e presidente da Câmara de Cuiabá, vereador Juca do Guaraná Filho (MDB), indicou nas sessões desta semana, pelo menos 10 bairros para receberem serviços de tapa-buraco, recapeamento, limpeza de ruas, canteiro, manutenção de boca de lobo e manutenção de poste de iluminação pública. O presidente cobra o Executivo para que os serviços sejam realizados o mais rápido possível.
Os bairros indicados foram: Jardim Imperial, Parque Cuiabá, Parque Atalaia, Loteamento Jardim das Oliveiras, Residencial Belita Costa Marques, Nossa Senhora Aparecida, Bosque da Saúde, Cohab São Gonçalo , Res. Nossa Senhora Aparecida e Jardim Universitário.
O Gabinete Itinerante, criado pelo do vereador Juca do Guaraná, continua indo até os bairros de Cuiabá, com assessores reduzidos e adotando todas as medidas de biossegurança para atender à população.
Em 100 dias de gestão Juca do Guaraná Filho já indicou mais de 850 bairros para receberem serviços do Executivo Municipal, onde quase 200 bairros já tiveram os serviços executados.
Veja os bairros que foram indicados na sessão de terça-feira
Bairro Jardim Imperial
Tapa-buraco na Rua Projetada 1, Condomínio Rio Manso
Bairro Parque Cuiabá
Limpeza da Rodovia Palmiro Paes de Barros
Tapa-buraco na Rua Onze
Bairro Parque Atalaia
Tapa-buraco na Rua J
Bairro Loteamento Jardim das Oliveiras
Limpeza do Loteamento Jardim das Oliveiras
Bairro Residencial Belita Costa Marques
Limpeza de Praça, localizada na Avenida das Torres
Bairro Jardim Nossa Sra. Aparecida
Limpeza da RUA I-9
Bairro Bosque da Saúde II
Recapeamento da Rua Jurumirim
Veja os bairros que foram indicados na sessão de quinta-feira
Bairro Cohab São Gonçalo
Limpeza da Rua E-5
Limpeza de Praça da Rua E-5
Bairro Jardim Nossa Sra. Aparecida
Manutenção na Rede de Esgoto, localizada na Rodovia Palmiro Paes de Barros
Bairro Jardim Universitário
Limpeza da Rua 26 – 1
Limpeza da Rua 26
Limpeza da Rua Projetada 3
Limpeza da Rua Projetada 26.

Rafael Medeiros/Assessoria de Comunicação

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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